segunda-feira, 6 de maio de 2024

Agamia: a nova forma de relacionamento que vem crescendo entre os jovens

 Gazeta da Torre

Você já ouviu falar em agamia? Talvez não conheça por esse nome, mas com certeza já ouviu jovens dizerem que não querem casar ou ter filhos. Passa bem longe da cabeça deles a ideia de compromisso tradicional e tudo o que vem incluído nesse pacote. A nova geração vem passando por uma grande transformação no comportamento nas últimas décadas, com novos tipos de vínculo social.

Uma pesquisa feita pelo IBGE, referente a 2023, mostra que o número de pessoas solteiras no Brasil era de 81 milhões, em contrapartida às casadas, que somam 63 milhões. Esse novo comportamento é chamado de agamia. Essa palavra vem do grego: “a” (não ou sem) e  “gamos” (união íntima ou casamento) e tem como base a falta de interesse de um indivíduo em firmar um relacionamento romântico com outra pessoa, o que passa também pela intenção de os casais não desejarem filhos.

A professora Heloisa Buarque de Almeida, do Departamento de Antropologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP e pesquisadora do Numas (Núcleo de Estudos sobre Marcadores Sociais da Diferença), explica que as novas gerações buscam outras formas de relacionamentos, sem compromisso legal. O fato é que esse comportamento não é exclusivo do Brasil, outros países da América Latina também passam por essa mudança, assim como Estados Unidos e Japão.

Outro ponto observado pela antropóloga da USP  é o desejo de não querer filhos. Esses jovens estão preocupados com a  preservação do planeta, aquecimento global, sustentabilidade, entre outras questões de vanguarda. Parte dessas mudanças também está relacionada ao meio digital, através das redes sociais, o que retarda o início da vida sexual desses jovens. As novas famílias estão tendo uma nova formação, com dois pais, duas mães, casais vivendo em casas separadas, são inúmeras as alternativas de relacionamento. Em suma, houve uma mudança na leitura do que é o amor, a família e o mundo.

Fonte: Jornal da USP

- divulgação -

domingo, 5 de maio de 2024

Estratégias de memória internas para pessoas idosas

 

À medida que envelhecemos, é natural que ocorram declínios em domínios cognitivos como em alguns subsistemas da memória, na atenção e no raciocínio lógico. Esses declínios não estão necessariamente relacionados a patologias neurodegenerativas, mas podem gerar prejuízos para o desempenho de atividades, além de gerar impactos negativos para autoestima e bem-estar.

Existem, no entanto, diferentes estratégias eficazes que as pessoas idosas podem utilizar para melhorar ou manter um bom desempenho cognitivo dentro das suas possibilidades. Estas estratégias podem ser externas, como o uso de agendas e alarmes para recordar de compromissos, organização de listas de tarefas, uso de objetos como lembretes, entre outras. Existem também as estratégias de memória internas, como veremos a seguir.

As estratégias internas também recebem o nome de técnicas mnemônicas ou estratégias de memorização. O principal objetivo é utilizar mecanismos, que são executados mentalmente, para compensar ou otimizar as habilidades cognitivas, especialmente a memória. Essas estratégias podem contribuir de forma significativa com todos os processos que envolvem a capacidade de memorização: a recepção, armazenamento e recordação das informações.

Estudos de treino de memória enfatizam a relevância do aprendizado e da aplicação das estratégias internas, inclusive para a realização de tarefas do cotidiano das pessoas idosas, que envolve por exemplo, o planejamento e gerenciamento de tarefas domésticas, questões financeiras, autocuidado em saúde e participação em atividades sociais.

Um estudo realizado por pesquisadores do Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, da Universidade de São Paulo, por exemplo, descreveu os resultados identificados após 9 sessões de estimulação cognitiva em contexto virtual. Ao final, as pessoas idosas participantes relataram a adoção das estratégias nas demandas pessoais e nos testes cognitivos, apresentaram melhor performance na memória incidental, imediata e tardia.

Principais estratégias de memória internas:

Associação: Associar novas informações a algo que já está armazenado na memória pode facilitar a retenção. Por exemplo, associar um novo nome a uma característica física da pessoa pode ajudar a lembrar-se do nome mais facilmente;

Repetição: Em vez de tentar memorizar algo de uma só vez, é mais eficaz revisar a informação várias vezes ao longo do tempo. Esta técnica pode ajudar a reforçar a memória a longo prazo;

Categorização: A organização das informações em categorias, facilita o armazenamento e posteriormente o resgate. Por exemplo, ao tentar lembrar dos itens que precisam ser comprados no supermercado, é importante tentar construir listas mentais por categorias, como itens de limpeza, frutas, carnes, etc.;

Criação de imagens mentais: Ao tentar lembrar algo, tente visualizar a informação em sua mente, como se estivesse olhando para uma imagem.

É importante destacar que essas estratégias, quando aliadas a outras ações, podem gerar melhores resultados, como a manutenção de uma boa rotina de sono, alimentação saudável, prática de exercícios físicos, socialização e realização de outras atividades prazerosas. De toda forma, em casos de preocupações com a memória ou desempenho em outros domínios cognitivos, é relevante a consulta com profissionais.

Assinam este artigo:

Profª Msc. Gabriela dos Santos. Mestre em Gerontologia pela Universidade de São Paulo (USP)

Profa. Dra. Thais Bento Lima da Silva. Gerontóloga (USP). Mestra e Doutora em Neurologia Cognitiva e do Comportamento, pela Faculdade de Medicina da (USP). Membro da diretoria da Associação Brasileira de Alzheimer- Regional São Paulo. É parceira científica do Método Supera.

Para reflexão:

Quantas vezes você tenta antes de desistir?

Você sabia:

O Beija-flor é a menor ave da natureza e bate as asas 90 veze por segundo. Uma ninhada de beija-flor cabe dentro de uma colher de chá.

Resposta do desafio de Março.

Pense rápido...

Qual o masculino de lebre?

a)Coelho      b) lebréu      c) lebrão      d) lebre.

Resposta: letra C, Lebrão.

Desafio de Abril:

Um homem, de 1,90M de altura, está segurando um copo de vidro acima de sua cabeça. Ele deixa-o cair no tapete sem derramar uma única gota de água. Como ele conseguiu largar o objeto a partir desta altura, sem derramar uma gota de água?

Resposta na próxima edição:

Serviço:

Método Supera - Ginástica para o Cérebro

Responsável Técnica: Idalina Assunção (Psicóloga, CRP 02-4270)

Unidade Madalena

Rua Real da Torre, 1036. Madalena, Recife.

Telefone: (81) 30487906

Unidade Boa Viagem

Telefone: (81) 30331695

sexta-feira, 3 de maio de 2024

Mercado da Madalena - Arrumadinho do Abílio

 

A deliciosa feijoada do Arrumadinho do Abílio!

Consulte o cardápio do dia:

81 98461-3222  I  81 99537-2898

Pratos regionais, bebidas nacionais e importadas.

*Aceita cartão

Arrumadinho do Abílio

Mercado da Madalena, Recife

Box 165 - Praça da Alimentação.

Cineteatro do Parque retoma programação regular de cinema

 Gazeta da Torre

A programação regular de cinema do Teatro do Parque será retomada na próxima quarta-feira (08), com sessão especial do filme "Sem Coração" que contará com presença de parte do elenco. O longa-metragem, filmado no litoral alagoano, é vencedor de prêmios como Melhor Filme e Melhor Fotografia no Festival de Cinema do Rio de Janeiro.

Além da sessão do dia 8 de maio, "Sem Coração" também será exibido nas terças-feiras de maio (dias 14, 21 e 28 de maio), sempre às 19h.

O Cineteatro do Parque, localizado no bairro da Boa Vista, Centro do Recife, foi reaberto em 2020 após 10 anos fechado para reforma e restauro. Mas, até o momento, estava sem programação de cinema fixa, sediando apenas sessões de pré-estreia ou que faziam parte de festivais de cinema.

Com a retomada da programação regular de cinema, estão previstas, até o final de dezembro deste ano, sessões todas as terças-feiras, com ingressos a preços populares (R$ 10 inteira e R$5 meia), à venda na bilheteria do teatro uma hora antes de cada exibição.

O foco da curadoria dos filmes será na produção local, como comenta Ricardo Mello, secretário de Cultura do Recife.

*Sessões semanais a preços populares: R$ 10 e R$ 5 (meia).

Confira o calendário desse momento especial.

Maio

Dias 8, 14, 21 e 28 - Cinema no Parque: sessões do filme “Sem Coração”, às 19h

Dias 13 e 14 - Cine PE, às 14h

Junho

Dias 4, 18 e 25 - Cinema no Parque, às 19h

Dia 11 - Cine PE

Julho

Dias 2, 9, 16, 23 e 30 - Cinema no Parque, às 19h

Agosto

Dias 6, 13, 20 e 27 - Cinema no Parque, às 19h

Setembro

Dias 3, 17 e 24 - Cinema no Parque, às 19h

Dia 24 - Festival MOV de Cinema Universitário

Outubro

Dia 1 - Animage

Dias 8, 15, 22 e 29 - Cinema no Parque, às 19h

Dia 15 - Janela de Cinema

Novembro

Dias 5, 12, 19 e 26 - Cinema no Parque, às 19h

Dezembro

Dias 3, 10 e 17 - Cinema no Parque, às 19h

#CulturaRecife

Fonte:CBN Recife

- divulgação -


Dra. Mar Castellanos, neurologista: “O AVC afeta cada vez mais pessoas em idade ativa. As doenças cardiovasculares são uma epidemia”

 Gazeta da Torre

Dra. Mar Castellanos

A doença cerebrovascular é a primeira causa de mortalidade em mulheres em nosso país e a segunda em homens. "A primeira razão é o nosso estilo de vida: má alimentação, tabaco, excesso de álcool, sedentarismo", diz a médica

Quando a Dra. Mar Castellanos escolheu a especialidade de Neurologia, seus amigos da licenciatura levaram as mãos à cabeça. “Por que neurologista, se neurologista não cura nada”, me disseram. “Havia a ideia da neurologia de que fazia diagnósticos muito bons e nomeava doenças muito raras, mas o resto dos médicos dava pouca atenção a isso porque, é verdade, pouco se podia fazer com essas doenças.” Dra. Mar Castellanos Rodrigo, é diretora científica do Instituto de Investigação Biomédica da Corunha  (Inibic). Doutora em Medicina e chefe do Grupo de Pesquisa em Neurologia Clínica e Translacional do Inibic. Também faz parte da Rede Nacional de Investigação Cooperativa Orientada para Resultados em Saúde, autora de inúmeras publicações científicas e atual Coordenadora do Grupo de Estudos de Doenças Cerebrovasculares da Sociedade Espanhola de Neurologia  (SEN) .

“A evolução da neurologia nestes anos foi enorme. Ninguém pensou que isso seria tão rápido. Mas precisava ser assim: os pacientes que sofrem de doenças neurológicas precisam de muita pesquisa porque, infelizmente, sofrem de doenças muito incapacitantes, muito mortais e com muito sofrimento antes de chegar à morte”, diz ao telefone ao jornal EL PAÍS .

P. O AVC é a principal causa de morte em mulheres em nosso país, a segunda em homens. E a principal causa de incapacidade para ambos.

Castellanos. E outra coisa: sempre houve a percepção de que o AVC era uma doença tremendamente ligada à idade, o que acontecia principalmente com os mais velhos, e era uma percepção verdadeira. Não é mais. Mais de 60% dos pacientes que sofrem um AVC têm menos de 65 anos de idade. O AVC deixou de ser uma doença dos idosos e está a afetar mais pessoas em idade ativa. Isso também tem consequências econômicas muito importantes [ “O custo social do acidente vascular cerebral é estimado em 6.000 milhões de euros por ano, o equivalente a 5% dos gastos com saúde”, Carmen Aleix, presidente da Federação Espanhola de AVC, relatou em 2015]. Não só para o próprio paciente, mas também para o cuidador do paciente, que tem que acabar adaptando sua vida, suas necessidades e sua economia: estamos falando de cuidado intenso.

P. Por que mais jovem?

Castellanos. O estilo de vida. Má alimentação, tabaco, álcool, drogas em menor grau (são extremamente perigosas, mas obviamente as pessoas consomem menos do que o tabaco ou o álcool), sedentarismo. Dos muitos problemas trazidos pela pandemia, um deles é a obesidade infantil. Esta obesidade está ligada a uma dieta pobre e pouca atividade física. Mas, se prolongada, a obesidade está diretamente relacionada ao aparecimento de outros fatores de risco, como hipertensão e diabetes mellitus; alguns fatores se somam a outros, eles se potencializam.

P. E o corpo paga.

Aleix. Colesterol, por exemplo. Se comemos muitos produtos gordurosos e, principalmente, as gorduras ruins que muitas vezes nos recomendam reduzir, danificamos as artérias. E favorecemos as placas de calcificação e colesterol neles, que em determinado momento podem ser liberadas. São trombos que passam pela circulação e entopem certas artérias, por exemplo, no cérebro. De qualquer forma, o depósito de cálcio e colesterol nas artérias também obstrui a própria artéria, seja no coração, no cérebro ou nas pernas.

P. Contra isso, comentários.

Castellanos. Contra isso, vida saudável. Quando se trata de combater o AVC, sempre estivemos muito focados na fase aguda: que o paciente vá para o hospital o mais rápido possível e que possamos oferecer tratamento, porque muitos pacientes sairão bem desse tratamento. Mas primeiro, a prevenção adequada deve ser levada em consideração. E é aqui que todos contam. Antes de sermos pacientes, temos a obrigação de atender às recomendações e tentar minimizar o risco de sofrer de doença vascular, que é uma epidemia. Podemos comer melhor, não podemos abusar do álcool, fazer um pouco de exercício físico todos os dias, verificar os níveis de pressão arterial, fazer um exame de sangue de vez em quando para saber como estão nossos níveis de colesterol e açúcar. Isso é muito importante. E é tarefa do sistema de saúde, mas também da nossa vontade.

P. Todos conhecemos o caso da pessoa sã, atleta, sem maus hábitos, que de repente sofre um AVC.

Castellanos. Obviamente, e muitos. Também jovens que, pela idade, não desenvolveram fatores de risco. Por quê? Há uma série de razões, entre as quais a genética. Existem doenças com um gene muito caracteristicamente afetado, com localização definida e mutação genética. Mas, mais tarde, cada um de nós tem uma carga genética que atualmente não conseguimos explicar. Se existe uma combinação genética que pode aumentar a probabilidade de uma pessoa ter um AVC, não sabemos hoje. Mas há cada vez mais publicações que nos dão informações sobre certos genes que têm uma tendência especial, quando são alterados, para tornar esse paciente mais propenso a sofrer um derrame.

P. Medicina personalizada.

Castellanos. E é por isso que é muito importante conscientizar a população para que participem dos estudos quando forem propostos : isso nos permite obter um grande volume de dados que precisamos, por exemplo, desenvolver algoritmos que possam prever com maior probabilidade qual paciente está em maior risco de sofrer um AVC e preveni-lo.

P. É uma doença que, quando tocada nas proximidades, causa pânico. A coisa mais próxima de um desaparecimento repentino, sem mais.

Castellanos. Vem de repente. O que define um AVC é que uma pessoa está bem, aparentemente perfeita, e depois de dois segundos já não está mais. Os sintomas de outras doenças aparecem de forma mais progressiva; os de AVC são tão rápidos que o tempo de reação é essencial para sobreviver, ou não sofrer uma deficiência.

P. O clima.

Castellanos. Básico. Eu coloco muita ênfase na formação de pessoas. Porque reconhecer os sintomas permite articular os planos de AVC, que visam levar o paciente ao centro o mais rápido possível. A recuperação desse cérebro e o que podemos fazer por esse paciente depende do tempo decorrido desde o início dos sintomas. Na maioria dos casos, 85%, é um AVC isquêmico [os outros 15% é um AVC hemorrágico, a ruptura da veia]: ocorre porque uma artéria ficou entupida por um trombo, e nesse momento ela deixa de receber o sangue para aquela área do cérebro que está ligada a essa artéria. Os sintomas aparecem de repente, mas a lesão definitiva no cérebro não aparece de repente e o dano ocorre progressivamente. Quanto mais tempo essa área ficar sem fluxo sanguíneo, maior a probabilidade de que esses neurônios acabem morrendo permanentemente.

P. Qual é o tratamento quando você chega ao hospital?

Castellanos. Restaurar o fluxo sanguíneo para a área do cérebro onde o sangue não está circulando. Os tratamentos visam eliminar o trombo que entope a artéria o mais rápido possível.

P. Como é feito?

Castellanos. Existem duas estratégias terapêuticas principais. Uma delas é tentar romper o trombo administrando uma droga conhecida como droga fibrinolítica. É administrado através de uma veia e tenta romper o coágulo. É a primeira opção. Não pode ser feito com todos os pacientes porque tem algumas contraindicações. Pode ser administrado nas primeiras quatro horas e meia de evolução dos sintomas. Então vamos para a segunda opção: os trombos podem ser removidos através de um procedimento endovascular. Introduzimos um cateter pela virilha e, seguindo a própria circulação, chegamos ao trombo, que fica ao nível de uma artéria no cérebro, e com uma série de aparelhos extraímos o trombo e restabelecemos a circulação.

P. Uma polêmica recorrente: médicos que reclamam que qualquer pessoa com dor mínima ou com suspeita de AVC vai ao Pronto Socorro quando não é nada. Mas, mesmo entendendo o desespero de alguns médicos, um paciente não precisa saber exatamente o que acontece com ele.

Castellanos. Nossa posição é clara: vá ao hospital o mais rápido possível quando alguém suspeitar, por qualquer motivo, que tenha sofrido um AVC. Porque pode ter sido um derrame transitório, por exemplo: as coisas voltaram ao normal depois de um tempo, e a gente acredita que nada aconteceu.

P. Como é isso?

Aleix. Às vezes, os pacientes perdem força em um braço, perna ou ambos, incluindo perda de visão em um olho.E depois de dez minutos, ou menos, ele se recupera. É um ataque isquêmico transitório. E essa pessoa tem que interpretar isso como um aviso. Mesmo que o paciente tenha se recuperado, ele deve ir a um pronto-socorro para que o neurologista possa estudar esse paciente e determinar se ele tem ou não alta probabilidade de recorrência. Há uma série de exames que podemos fazer, mesmo no próprio pronto-socorro, para determinar se o paciente tem que ficar no hospital, por exemplo, ou ir para casa. O que temos que evitar é que, se o paciente teve os sintomas e teve a sorte de se recuperar, tenha novamente um AVC do qual não pode se recuperar. Um pode ser transitório, outro não.

P. O que o corpo faz durante um acidente vascular cerebral transitório?

Castellanos. Quando um trombo se forma, o corpo lança uma série de mecanismos para se livrar dele. Através da hemostasia e coagulação. Temos uma série de substâncias que atuam favorecendo a formação de trombos, e outras que atuam favorecendo sua desintegração. Se um dia cortarmos a mão com uma faca e começarmos a sangrar, produzimos uma hemorragia. Sem fazer nada, se o paciente está bem e não tem problemas de coagulação, esse sangue para de fluir. Por quê? Porque o corpo lança uma série de mecanismos que visam gerar mais coagulação nessa área e parar o sangramento. Bem, com acidente vascular cerebral transitório acontece o oposto. Quando o corpo detecta que há um trombo em um determinado local, diminui os mecanismos que normalmente fazem com que os coágulos sejam gerados e o acúmulo funcione em um determinado nível; esses mecanismos diminuem e fazem com que esse trombo se dissolva, ou pelo menos tentam.

Fonte: El País

#REPOST Gazeta da Torre

- divulgação -


quinta-feira, 2 de maio de 2024

#tbt - Gazeta da Torre – janeiro/2013 – No Espaço Cultural Ely Madureira, Mercado da Madalena

 Gazeta da Torre

Um registro no período das prévias do Carnaval do Recife 2013 - Carla L. (fotógrafa do Gazeta da Torre), Walmir Chagas (Véio Mangaba), Ely Madureira (compositor) e Mauricio Dias (Gazeta da Torre).

 No espaço, você encontra o famoso e premiado compositor Ely Madureira, nascido em Recife, bairro da Madalena. Desde jovem começou a gostar de música e fazer versos, daí surgiram as primeiras composições.

Autor do hino da troça carnavalesca Mista Cabeça de Touro e do Bloco Lírico Bonde. Participou de várias Recifrevo, foi premiado com os frevos ‘PIQUE TOTAL’ e ‘SONHO DOURADO’. Participante ativo do Bloco Cordas e Retalhos, presenteando o Bloco com os frevos: ‘RETALHOS PELO CHÃO’, ‘ALINHAVANDO SONHOS’ e ‘FLOR DA MADRUGADA’.

Ely Madureira é integrante do CEMCAP (Centro da Música Carnavalesca de Pernambuco), onde já gravou vários frevos, entre eles ‘CADÊ MARIO MELO’ com o coral Levino Ferreira, ‘RECORDANDO’ com o coral Edgard Moraes e ‘ALEGRE REGRESSO’ com o coral Stallo. No carnaval de 2009, foi homenageado no Aurora dos Carnavais, pela participação no progressivo sucesso nos 10 anos de Lirismo. Já no carnaval 2012, participou dos acertos de marchas carnavalescas do Bloco da Saudade no Clube Náutico Capibaribe com o frevo ‘SAUDADE VAI PASSAR’. Ainda hoje, sempre participativo, com suas belas composições para o nosso querido carnaval recifense.

O compositor sempre recebe em seu Espaço Cultural vários compositores da nata do Frevo, como Bráulio de Castro, Humberto Vieira, Rogério Carneiro, Luiz Moneta entre outros. No espaço, reúnem-se para um bate-papo ao som do frevo. As visitas dos seus amigos compositores em seu espaço fornece inspiração à criação de novas composições que enriquecem ainda mais o nosso carnaval.

https://www.instagram.com/gazetadatorreoficial/

Mercado da Madalena - Arrumadinho do Abílio

 

Uma das partes mais deliciosas do dia é provar é o horário das refeições. Provar os pratos típicos e mergulhar de cabeça na culinária local. O espaço Arrumadinho do Abílio é uma das grandes opções de quem visita o Mercado da Madalena. No cardápio, pratos deliciosos com aquele precinho pra lá de convidativo.

 https://www.instagram.com/arrumadinhodoabilioofc/?img_index=1

Pratos regionais, bebidas nacionais e importadas.

*Aceita cartão

* Arrumadinho do Abílio - Mercado da Madalena, Box 165 - PRAÇA DA ALIMENTAÇÃO.

#cafedamanha #almoço #petiscos #Bar #mercadopublico

quarta-feira, 1 de maio de 2024

1º de maio I Dia do Trabalhador - “Entre os braços e o cérebro”: profissionais brasileiros expõem realidade do trabalho no exterior

 Gazeta da Torre

A crescente tendência de “fuga de cérebros” entre profissionais brasileiros qualificados ganha destaque em uma nova pesquisa desenvolvida no programa de pós-graduação em Administração da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP, em Piracicaba. A dissertação, que considera dados de 2015 a 2020, examina os motivos por trás dessa migração e os desafios enfrentados pelos brasileiros mundo afora, como a inserção em trabalhos não qualificados, a chamada “realidade de braços”. Ao contrário da atenção limitada que o tema recebeu até agora nas universidades, este estudo busca entender a fuga de cérebros a partir de uma abordagem qualitativa, dando voz aos emigrantes e explorando suas motivações, experiências e desafios.

De autoria do economista Guilherme de Souza Campos Portugal Santos, a pesquisa contextualiza o fenômeno em meio a um período de instabilidade política e econômica no Brasil, no qual políticas e programas de incentivo à formação universitária e em ciência e tecnologia foram descontinuados.

Com base em entrevistas semiestruturadas e na técnica da “análise de conteúdo”, o pesquisador conversou com brasileiros que estão morando atualmente em países como França, Alemanha, Estados Unidos, Irlanda do Norte, Reino Unido, Portugal, Hungria, África do Sul, Emirados Árabes, Bélgica e Austrália.

Padrão de vida

De acordo com a pesquisa da Esalq, a plataforma online Diáspora Científica do Brasil realizou um levantamento de dados contabilizando 1.487 cientistas brasileiros desenvolvendo pesquisa em mais de quarenta países, sendo EUA, Canadá, Alemanha e Reino Unido os mais expressivos na contagem. Já o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), uma Organização Social supervisionada pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovações (MCTI), estimou em 2023 que 6,7 mil cientistas deixaram o Brasil nos últimos anos.

Os resultados do estudo revelam que a principal motivação para a emigração é o desejo de alcançar um melhor padrão de vida, caracterizado pelo maior poder de compra da remuneração no exterior e pelo equilíbrio entre trabalho e tempo livre. Isso proporciona aos emigrantes uma sensação de segurança financeira, física e psicológica nos países de destino. No entanto, os desafios não são negligenciados. A intolerância, a xenofobia e as dificuldades de adaptação cultural surgem como obstáculos significativos para os emigrantes. Além disso, muitos entrevistados destacam a superioridade do Sistema Único de Saúde (SUS) brasileiro em comparação com o acesso à saúde nos países estrangeiros.

Segundo o autor da pesquisa, na perspectiva dos profissionais entrevistados, encontram-se categorias que corroboram com a predominância dos estudos sobre o tema, como ganhos socioeconômicos e um aumento nos níveis de renda, chamada aqui de “realidade de cérebros”. Também encontra-se outros aspectos, que fogem do mais usual dentro da teoria do brain drain e da decisão de imigração, revelando uma sensação de maior respeito à “dignidade” mesmo em experiências profissionais não qualificadas nos países de destino quando comparadas às experiências profissionais qualificadas vividas no Brasil, chamada aqui de “realidade de braços”.

Braços X cérebros

“Ou seja, há uma parcela de ‘cérebros’ que se submete à categoria de ‘braços’ em sua nova jornada profissional, como apresentado por 43,5% dos entrevistados”, complementa Santos. É o caso de uma das entrevistadas (os nomes são preservados) que, apesar do seu mestrado em Literatura, atuava na época da entrevista trabalhando como repositora de supermercado na Irlanda do Norte. Segundo ela, sua nova vida lhe dava a chance de equilibrar seu tempo e preservar a saúde. “Posso resumir [sair do Brasil] em uma expressão só, ‘falta de perspectivas’. E com toda essa falta de perspectiva começou a adoecer fisicamente e mentalmente… O que fez a gente se mover”.

“Essa realidade aponta para um panorama complexo, pois é visível uma capacidade produtiva e intelectual ímpar subutilizada na sociedade brasileira, levando à desistência de sonhos, talentos e carreiras, traduzido por um ‘brain waste’, ou seja, um desperdício de talentos”, reforça o pesquisador. A falta de perspectiva, aliás, é destacada na fala da maioria dos entrevistados como razão maior da fuga para o exterior.

Uma das entrevistadas é uma cientista que, na época que conversou com o pesquisador, já estava na Holanda há um ano e meio. Ela conta que o que a motivou a sair do Brasil foi a falta de perspectiva. “O que me motivou foi que quando eu comecei o doutorado, em 2017, houve muitos cortes, e vi a decadência da pesquisa, a indústria também não é como no exterior, e eu queria desenvolver algo novo, e comecei a ver falta de possibilidade de liberdade de pensamento para desenvolver alguma coisa nova”.

Para o autor da pesquisa, essas descobertas fornecem insights valiosos sobre um fenômeno complexo e multifacetado. “Compreender as motivações e os desafios dos emigrantes qualificados brasileiros é fundamental para formar políticas públicas e estratégias de retenção de talentos”, afirma. Durante a realização do estudo, o autor recebeu bolsa da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O estudo contou com orientação da professora Eliana Terci, do departamento de Economia, Administração e Sociologia da Esalq.

*Caio Albuquerque, da Divisão de Comunicação da Esalq, adaptado por Júlio Bernardes

Fonte: Jornal da USP

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1º de maio I Dia do Trabalhador - Piso salarial é uma questão política e sindicatos têm grande importância na sua definição

 Gazeta da Torre

Para professora, Luciana Morilas, da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto (FEA-RP) da USP,  “piso” não deve ser confundido com salário mínimo, pois valoriza a carreira do trabalhador, já que “empregadores querem sempre aumentar lucros e cortam primeiro os salários”

Para encontrar o valor do piso salarial não existe uma equação padrão, depende de negociações políticas e estudos prévios, que são realizados pelos sindicatos das categorias. O “piso” deve ser proporcional à complexidade e extensão do trabalho, mas como definir essa complexidade? A especialista conta que essa não é uma tarefa fácil.

“A partir de pesquisas de valor médio de remuneração, os sindicatos avaliam se é um valor justo para aquela categoria profissional e fazem uma proposta através de acordos e convenções coletivas de trabalho, que podem ou não ser aprovadas e assinadas por entidades sindicais patronais ou empresas individualizadas,” explica Luciana.

Quando definido pelo sindicato de determinada categoria, o piso salarial só tem validade para a área de abrangência daquele sindicato. Isso faz com que cada Estado ou região tenha um valor diferente de piso salarial de determinada categoria profissional, mas sempre maior que o salário mínimo.

O piso pode ser definido também através de leis federais e estaduais, como no caso do profissional de Enfermagem, que foi definido a partir de uma lei federal. Quando definido através dessa lei, o valor estabelecido vale para todo o território nacional e não apenas para determinado Estado.

Ainda que seja definido através de leis, o papel dos sindicatos é de grande importância, ressalta Luciana. “Os detalhes do dia a dia são conhecidos por quem trabalha e os sindicatos é que contam com essa expertise; então, na maioria das vezes, quem vai auxiliar na definição são os próprios sindicatos das categorias”, por isso é muito importante que as categorias de trabalhadores se unam; “individualmente é muito mais difícil negociar, sempre vai ter alguém que trabalhe por menos”, adianta.

Impacto na contratação

Apesar de muitos entenderem que a definição do piso salarial gera um impacto negativo na contratação de trabalhadores, Luciana acredita que, ao definir esse valor, não existe a possibilidade de contratação de um profissional daquela categoria por um valor menor do que o definido. Dessa forma, o empregador é obrigado a pagar o piso salarial, valorizando aquele trabalho.

A discussão sobre esse tema é extensa e com controvérsias. Enquanto alguns acreditam que cada trabalhador é responsável por negociar seu próprio salário, sem a interferência de terceiros, outros destacam que a realidade não é essa. “Os empregadores querem sempre aumentar sua margem de lucro e o que eles cortam em primeiro lugar é sempre o salário do trabalhador”, afirma Luciana.

São raras as vezes, segundo a especialista, em que o empregador pensa em investimentos para a melhoria da profissão e foi nesse contexto que o Brasil decidiu em 1988, com a promulgação da atual Constituição Federal, criar regras de proteção aos trabalhadores, como o piso salarial e o salário mínimo. A especialista acredita que o impacto dessas medidas é positivo, “vai gerar trabalhadores mais satisfeitos e, portanto, serviços executados com mais qualidade”.

Fonte: Jornal da USP

- divulgação -

terça-feira, 30 de abril de 2024

Pernambuco está entre líderes de INSEGURANÇA ALIMENTAR do Brasil, diz IBGE

 Gazeta da Torre

Em 20 de janeiro/2023, em João Pessoa/PB, a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, em reunião do Consórcio Nordeste destacou: “Comida no prato não tem ideologia, emprego não tem ideologia, a gente precisa ter uma pauta comum que atenda à população do nosso Nordeste". Após mais de um ano de sua declaração, Pernambuco aparece com 37,5% dos domicílios com algum grau desse problema, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na quinta (25).

Pernambuco tem 37,5% dos domicílios com algum grau desse problema, conforme dados divulgados pelo IBGE.

Entre os locais com maior nível de Insegurança Alimentar, figuram todos os Estados do  Norte e do Nordeste. 

Nesse quesito, Pernambuco aparece na sétima posição no ranking nacional.

Os dados estão do documento da PNAD Contínua, feito em parceria com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.

Segundo o IBGE, no final de 2023, a PNAD Contínua estimou um total de 3.596 milhões de domicílios particulares permanentes em Pernambuco.

Desse total,  62,5% estavam em situação de Segurnça Alimentar,  enquanto 37,5% dos domicílios particulares restantes estavam com algum grau de insegurança alimentar.

Detalhes

Em 2023, aponta o IBGE,  a proporção de domicílios em "insegurança alimentar leve" foi de 23,5%.

 já 7,45% dos domicílios particulares estavam com problema "moderado" moderada e 6,5%, em situação "grave".

Insegurança Alimentar Grave

Entre os Estados do Nordeste, Pernambuco tem 6,5% dos domicílios com níveis de "Insegurança Alimentar grave", deixando o Estado em segundo lugar, perdendo apenas para o Maranhão, que tem 8,1 % dos domicílios com a IAG.

No Norte país o Pará apresenta 9,5%, Amazonas 9,1%, Amapá 8,4%

Os três Estados da região Sul (Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul) são os que apresentam menores índices de insegurança alimentar, com mais de 80% da população em situação de segurança alimentar.

Sobre insegurança alimentar

O IBGE considera domicílio em situação de insegurança alimentar aquele em que seus moradores, nos últimos três meses,  passaram por ao menos uma das seguintes situações:

Tiveram a preocupação de que os alimentos acabassem antes de poderem comprar ou receber mais comida;

Faltaram alimentos antes que tivessem dinheiro para comprar mais comida;

Ficaram sem dinheiro para terem uma alimentação saudável e variada;

Comeram apenas alguns poucos tipos de alimentos que ainda tinham por que o dinheiro acabou.

Níveis

A insegurança alimentar pode ser classificada como leve, moderada ou grave, de acordo com a restrição na qualidade e na quantidade de alimentos consumidos pelos moradores.

No Brasil

No quarto trimestre de 2023, dos 78,3 milhões de domicílios particulares permanentes no Brasil, 72,4% (56,7 milhões) estavam em situação de segurança alimentar.

Ou seja,  tinham acesso permanente à alimentação adequada.

Essa proporção cresceu 9,1 pontos percentuais (p.p.) frente à última pesquisa do IBGE a investigar o tema, a POF 2017-2018, que havia encontrado 63,3% dos domicílios do país em situação de segurança alimentar.

No entanto, 21,6 milhões de domicílios (27,6%) eram afetados por algum grau de insegurança alimentar.

A forma mais grave englobava cerca de 3,2 milhões de domicílios (4,1%). Os dados são do módulo Segurança Alimentar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, divulgado hoje, 25, pelo IBGE.  

A pesquisa teve como referencial metodológico a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (EBIA), que permite a identificação e classificação dos domicílios de acordo com o nível de segurança alimentar de seus moradores.

Esta é a primeira vez que a PNAD Contínua disponibiliza resultados segundo os critérios da EBIA, mas quatro divulgações anteriores do IBGE já abordaram o tema segurança alimentar segundo essa escala: os Suplementos sobre Segurança Alimentar e Nutricional (SAN), que fizeram parte da PNAD em 2004, 2009 e 2013, além da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018. 

Fonte: Diário de Pernambuco

- divulgação -

Mercado da Madalena - Bar da Marília

 

A suculenta mão de vaca do Bar da Marília.

Um prato forte, tradicional e gostoso.

Bar da Marília, Mercado da Madalena, Recife/PE.

MÚSICA AO VIVO no SÁBADO a partir das 13h.

Petiscos regionais, bebidas nacionais e importadas. 

*Aceita cartão.

Visite o Mercado da Madalena!

A partir de maio, Google proíbe impulsionamento de conteúdo político para as eleições de 2024 no Brasil

 Gazeta da Torre

A decisão foi tomada após a atualização das regras para propaganda eleitoral feita pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em fevereiro

O Google anunciou nesta quarta-feira (23) que não vai permitir anúncios políticos nas eleições municipais de outubro.

A medida foi tomada pela plataforma em função da resolução aprovada em fevereiro deste ano pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para restringir o uso de inteligência artificial (IA) e determinar a adoção de medidas de combate à circulação de fatos inverídicos ou descontextualizados.

Em nota, o Google informou que a restrição aos anúncios começará em maio, quando as resoluções do TSE entrarão em vigor.

A empresa também declarou que apoia a integridade das eleições. "Vamos atualizar nossa política de conteúdo político do Google Ads para não mais permitir a veiculação de anúncios políticos no país. Essa atualização acontecerá em maio, tendo em vista a entrada em vigor das resoluções eleitorais para 2024. Temos o compromisso global de apoiar a integridade das eleições e continuaremos a dialogar com autoridades em relação a este assunto",  informou a empresa.

Pelas regras do TSE, as redes sociais deverão tomar medidas para impedir ou diminuir a circulação de fatos inverídicos ou descontextualizados. As plataformas que não retirarem conteúdos antidemocráticos e com discurso de ódio, como falas racistas, homofóbicas ou nazistas, serão responsabilizadas.

A resolução também regulamenta o uso da inteligência artificial durante as eleições municipais de outubro.

A norma proíbe manipulações de conteúdo falso para criar ou substituir imagem ou voz de candidato com objetivo de prejudicar ou favorecer candidaturas. A restrição do uso de chatbots (software que simula uma conversa com pessoas de forma pré-programada) e avatares (corpos virtuais) para intermediar a comunicação das campanhas com pessoas reais também foi aprovada.

O objetivo do TSE é evitar a circulação de montagens de imagens e vozes produzidas por aplicativos de inteligência artificial para manipular declarações falsas de candidatos e autoridades envolvidas com a organização do pleito.

Fonte: Agência Brasil

- divulgação -

segunda-feira, 29 de abril de 2024

Jailson Marcos: O famoso designer de calçados na Torre


Cecília Falcão - Consultora de Imagem e Colaboradora da Gazeta da Torre

O designer Jailson e suas produções
Difícil mensurar o fascínio que um belo par de sapatos pode causar nas pessoas.  Seja por esse ou aquele motivo em específico, a verdade é que quase todos nós investimos nos calçados a fim de diversificar a composição dos nossos looks. Formais, básicos, clássicos, despojados... Eles possuem as mais variadas categorias e geralmente estão em nosso closet assim, devidamente reservados para cada tipo de ocasião.

Existem redes de lojas do ramo que atendem a diversos públicos e estilos ali mesmo, num só lugar. Mas, tamanha praticidade acarreta num produto que passa longe da exclusividade. Pensando em vender para um grande número de consumidores, esse tipo de negócio não agrada um público mais exigente, que gosta exatamente de adquirir peças produzidas em menor escala.

Visando proporcionar esse diferencial, o designer Jailson Marcos cria sapatos há mais de 20 anos. Buscando sempre inovar nos materiais, calça pés que procuram um diferencial, um conceito. Com reconhecimento em publicações como Claudia, Elle e Vogue Brasil, o empresário diz que não costuma ceder à ditadura das tendências e adota uma trajetória contrária aos modismos.

Jailson Marcos é um designer potiguar radicado em Pernambuco. Seu ateliê na Madalena virou destino turístico do Recife. Por lá, passam nomes da moda, como o estilista Ronaldo Fraga, a jornalista Lilian Pacce, ou o embaixador de suas criações, o artista Carlinhos Brown, entre outras personalidades. A cada cliente, que recebe como se fosse um amigo de longa data na casa de vila, explica seu diálogo estético entre o design atual e a tradição do artesanato brasileiro.

 Jailson com o embaixador de suas criações,
o artista Carlinhos Brown
A artista Zélia Duncan
O ator Alexandre Nero
O estilo é inconfundível e cada vez mais reconhecido, visto em telenovelas, desfiles da São Paulo Fashion Week e shows de vários artistas. Quem decide usar um dos seus modelos sempre vai responder à pergunta: É Jailson?

Vale à pena uma visita, independente do seu estilo. Conhecer esse universo diferenciado pode nos permitir ousar um pouco mais nas combinações entre roupas e acessórios e principalmente, descobrir uma moda que segue apenas três regras: Design, Qualidade e Conforto.


O designer de sapatos pernambucano Jailson Marcos, nome queridinho de várias celebridades, abriu uma loja no Espaço Mix, no Piso L2 do RioMar Recife, ao lado de outras marcas autorais pernambucanas em 2021.

Com mais de 30 anos de história e inúmeras criações marcantes, Jailson segue com a produção inteiramente local, artesanal e autoral, pilares responsáveis pelo surgimento dos sapatos que perpetuam até hoje. As inspirações para cada coleção, no entanto, são ilimitadas e diversas.