segunda-feira, 12 de dezembro de 2022

Debate: EMPRESAS se tornam mais competitivas ao capacitar e desenvolver as habilidades dos FUNCIONÁRIOS

 Gazeta da Torre

A charge do cartunista Adão Iturrusgarai desta segunda-feira, ilustra o bate-papo com a diretora do Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), Ana Garcia e com o empreendedor em saúde e tecnologia, João Vogel, sobre o assunto (debate promovido pela plataforma UM BRASIL). De acordo com Ana, todos os negócios do futuro estarão envolvidos com tecnologia e educação. Cada vez mais empresas buscam programas de formação e capacitação em determinadas áreas para seus funcionários. Já Vogel comenta que muitas empresas que precisam de mão de obra qualificada estão reduzindo suas expectativas em relação aos trabalhadores recém-graduados.

Debate: 

https://umbrasil.com/videos/debate-empresas-se-tornam-mais-competitivas-ao-capacitar-e-desenvolver-as-habilidades-dos-funcionarios/.

Fonte: UM Brasil.

--- divulgação ---

segunda-feira, 5 de dezembro de 2022

Copa do Mundo: por que o campeonato resgata bons sentimentos?

 


Como maior campeonato esportivo do mundo resgata o protagonismo de países que, historicamente, levam multidões as ruas para torcer.

Especialmente no Brasil a Copa do Mundo de futebol movimenta a economia e mexe com as emoções de milhões de fãs do esporte que, além de torcerem resgatam lembranças de outras edições do campeonato – com maior protagonismo do Brasil e intensa convivência com família e amigos.

Mas afinal: se nem todo mundo gosta de futebol, por que este assunto recorda tão boas lembranças? A neurocientista do SUPERA – Ginástica para o cérebro, Livia Ciacci explica que o cérebro é um especialista em monitorar e responder aos estímulos do ambiente, sempre associando os acontecimentos com emoções. Segundo ela, registramos na memória de longo prazo tudo que for marcante dos pontos de vista informacional e emocional.

“A cultura no Brasil fomenta o gosto pelo futebol por diversos canais (tv, rádio, novelas, filmes, redes sociais…) então as pessoas têm contato com esses estímulos e com a influência do comportamento dos familiares e amigos desde jovens. Se esses momentos de interação forem positivos emocionalmente, serão fortemente registrados na memória, e a partir de então todos os estímulos similares relacionados ao evento Copa do Mundo vão provocar as mesmas sensações positivas, ou até mesmo de competitividade”, explicou.

Bons sentimentos em grupo

A neurocientista explica ainda que momentos como este evidenciam que seres humanos se organizam socialmente em torno de símbolos, que alimentam a sensação de pertencimento a um grupo. Tais símbolos, junto com gritos de guerra e o movimento das torcidas funcionam como amplificadores das emoções de orgulho nacional e patriotismo, especialmente neste momento.

Todo acontecimento vinculado ao registro da memória da Copa pode se tornar uma lembrança relacionada às emoções que surgirão nos próximos eventos do tipo.

Desde um pedido de namoro, as brincadeiras com os amigos, quais bebidas e comidas consumidas, além de toda mobilização nacional para ajustar os horários de escolas e escritórios para todos acompanharem os jogos.

Copa do Mundo: como as emoções são resgatadas no cérebro?

 Além da memória individual do evento e de tudo que acontece durante, existe ainda a memória coletiva, quando muitas pessoas envolvidas com um mesmo evento criam conceitos e um repositório abstrato de informações relativas à determinada experiência.

“As memórias recentes, moduladas pelas memórias coletivas, são consolidadas em memórias de longo prazo nas áreas específicas do córtex, e serão resgatadas sempre que a pessoa vá buscá-las intencionalmente ou encontrar estímulos que se relacionem diretamente com essas lembranças” concluiu.

Para reflexão:

A mente que se abre para uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original. “Albert Einstein”.

Você sabia:

O beija-flor é a menor ave da natureza e bate as asas 90 vezes por segundo. Uma ninhada de beija-flor cabe dentro de uma colher de chá.

Resposta do desafio de Outubro.

O que é surdo e mudo, mas conta tudo?

Resposta: LIVRO

Desafio de Novembro.

Uma pirâmide tem norte, sul, leste e oeste. Um galo está no topo da pirâmide e põe um ovo. Para qual lado o ovo cai?

Reposta do desafio na próxima edição.

Serviço:

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A conscientização sobre o consumo de álcool precisa ter campanha permanente

 Gazeta da Torre

A Lei Seca, que busca reduzir os acidentes de trânsito causados por motoristas sob influência de álcool e enrijeceu o Código de Trânsito Brasileiro, completou 14 anos em julho.

A lei número 11.705 de 2008, a chamada Lei Seca, completou 12 anos em junho. Buscando reduzir os acidentes de trânsito causados por motoristas sob influência de álcool, alterou o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), deixando-o mais rígido. Apesar disso, mesmo antes da implantação da Lei Seca, já existiam dispositivos no CTB que já dispunham como infração administrativa dirigir sob a influência de álcool, mas somente em nível superior a 6 decigramas por litro de sangue. Com a lei atual, essa quantidade mínima foi suprimida.

David Teixeira de Azevedo, professor associado do Departamento de Direito Penal, Medicina Forense e Criminologia da Faculdade de Direito (FD) da USP, diz que há uma evolução natural das leis, baseada em políticas de saúde pública e de trânsito. “A legislação foi alterada pela lei seca para aumentar a penalidade de multa a dez vezes, e suspensão do direito de dirigir por 12 meses, e também, num parágrafo único, dispor a aplicação em dobro da multa prevista, portanto 20 vezes, chegando a quase R$ 5 mil em caso de reincidência no período de 12 meses.”

Apesar de se chamar Lei Seca, nunca houve no Brasil um movimento semelhante ao que ocorreu nos Estados Unidos na primeira metade do século 20, “a também denominada Lei Seca, do presidente Woodrow Wilson, que levou ao crescimento exponencial da criminalidade, em especial da criminalidade organizada, de gângsteres, da máfia, de tráfico de álcool, sendo Al Capone o líder destacado e a referência nessa atuação mafiosa”, explica o professor.

No Brasil, não há proibição de venda, consumo ou fabricação de bebidas alcoólicas, mas existem certas restrições, como do Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária (Conar) de restrição a propagandas em determinados horários. “No âmbito eleitoral, fica a cargo dos Estados e dos municípios o estabelecimento de lei seca em determinados períodos de pleitos eleitorais. Mais recentemente temos o Estatuto do Torcedor, a lei 10.671/2003, que proíbe a venda e consumo de álcool em estádios”, aponta Azevedo.

O professor finaliza enfatizando a importância de haver uma campanha permanente de conscientização do consumo de álcool, “ao volante ou não”, como as recentes ações do governo em comemoração ao aniversário da Lei Seca. “Tem-se o álcool, principalmente entre jovens e adolescentes, como uma substância inocente, uma substância permitida, uma substância lícita, uma substância, portanto, que pode ser usada sem maior risco. No entanto, sabe-se que se trata de um problema de saúde pública gravíssimo esse do uso e abuso do álcool”, completa.

Bruno Militão, Rádio USP

Giorgio Armani: «Para mim não há estilo sem ética»

 Gazeta da Torre

Giorgio Armani

Fiel à sua visão e crenças, que manteve durante seus quase 50 anos de carreira, Giorgio Armani reflete sobre seu legado e os desafios que enfrenta hoje.

"Não sou daqueles que mitificam o passado", responde Giorgio Armani quando questionado sobre sua visão privilegiada da evolução da indústria. Designer desde 1960, quando ingressou na Nino Cerrutti, e empresário desde 1975, ele é um dos poucos criadores que podem falar com conhecimento do rumo desse negócio: “Antes não eram tantos. Agora há mais nomes (e mais público) contribuindo com ideias, e isso é benéfico. O problema é que estamos produzindo demais. Há muita oferta e devemos encontrar uma maneira de produzir menos, mas melhor." A questão da sustentabilidade sempre importou para o designer italiano, mas agora mais do que nunca: "É a questão mais complexa que enfrentamos", diz ele. Estar no controle do próprio negócio lhe permitiu, entre outras conquistas pouco conhecidas,Financial Times ) ou um dos poucos que detalha onde, como e por quem seus produtos são feitos. Ele chama isso de 'os valores Armani', definindo-o como “uma visão fiel, uma opinião que deve informar tudo o que fazemos, desde o design até a distribuição. Para mim não existe estilo sem ética”.

(El País) Você foi um dos primeiros a abordar publicamente esse problema. Ele ainda pede que você compre menos. O que essa indústria deve fazer para realmente enfrentar o problema?

(Giorgio Armani) Eu sei que é complicado, mas acho que se trata de priorizar a qualidade sobre a quantidade, não só ao nível da produção, mas também criar uma cultura e uma comunicação que incentive a comprar melhor. Só assim pode ser garantida a circularidade ou o bem-estar da cadeia de abastecimento. Hoje a sustentabilidade tornou-se, em certo sentido, uma tática de marketing , e deveria ser justamente o contrário. Deve ser um esforço comum.

(El País) "O estilo Armani nunca muda." Essa frase é recorrente toda vez que se fala de você. Você acha que é real? O que é que te leva a evoluir?

(Giorgio Armani) A sociedade. A moda é um reflexo do nosso tempo. E sempre abordei isso como uma ferramenta para poder expressar o que as pessoas estão procurando. Às vezes foi confiança, outras leveza e conforto, outro empoderamento... sim, sempre através de elementos pensados ​​para durar.

(El País) Seu trabalho tem sido fundamental para entender a maneira como muitas mulheres se vestem hoje. Você se considera feminista?

(Giorgio Armani) Naquela época, quando criei a silhueta do terno feminino [ele se refere ao final dos anos 1980] eu só pensava em atender às suas necessidades no ambiente de trabalho. Dê a eles conforto e confiança em um novo ambiente para eles, ao qual eles finalmente acessaram. Não sei se isso faz de mim uma feminista ou não. Eu acho que se eu sou ou não deveria ser julgado pelas próprias mulheres.

(El País) Ele foi o primeiro a prever os riscos reais da pandemia ao cancelar seu desfile horas antes. Ele também foi o primeiro a reagir à guerra na Ucrânia, realizando seu show sem música. Por que o fez? Você acha que essa indústria ainda está longe da realidade?

(Giorgio Armani) Como alguém que passou por todos os tipos de experiências na vida, entendo a importância de falar na hora certa. Além disso, sou uma pessoa expedita e, em momentos críticos como esses, não posso continuar com meu trabalho e olhar para o outro lado. A moda deve refletir as questões que dizem respeito a todos. Somos uma indústria global e influente, então acho que é o mínimo que podemos fazer.

(El País) Há uma mania renovada por você entre os jovens nas mídias sociais, especialmente por suas roupas de arquivo. O que você acha que é devido?

(Giorgio Armani) Acho que eles sentem essa afinidade porque sempre fui fiel às minhas ideias e a mim mesmo. Não trabalho para agradar os jovens, nem mercantilizo isso. E acho que isso agrada a eles, o fato de eu ter meu próprio ponto de vista. Isso não significa que eu não tenha orgulho disso. Tenho orgulho de saber que você pode encontrar no meu trabalho algo com o qual se identifica.

(El País) Nestes quase 50 anos, em que você fez praticamente tudo, do que você mais se orgulha?

(Giorgio Armani) Não sou daqueles que descansam sobre os louros ou daqueles que revisam constantemente. Pelo contrário, eu diria que nunca estou completamente satisfeito. Tudo o que posso dizer é que sempre agi com integridade e comprometimento, tanto profissionalmente quanto pessoalmente. Fiz o que pude, embora às vezes ache que poderia ter feito melhor.

(El País) Você se arrepende de algo?

(Giorgio Armani) Não, normalmente não gosto de me arrepender das coisas. É uma perda de tempo. Mas se eu pudesse mudar algo do passado, certamente teria passado mais tempo com meus entes queridos.

(El País) Como você imagina sua empresa e suas marcas em 10 ou 20 anos? Como você gostaria que fossem?

(Giorgio Armani) Como até agora, mantendo aquela ideia que sempre desenvolvi, de roupas duráveis ​​que se adaptam a diferentes circunstâncias. Tenho certeza que eles vão manter os 'valores Armani', porque valores fortes nunca saem de moda.

Fonte: Letícia Garcia/El País

Alimentação saudável começa nos primeiros anos de vida

 Gazeta da Torre

Para o nutricionista Fábio da Veiga Ued, rotina de alimentação saudável, que começa na primeira infância, também deve ser estimulada pela escola

A obesidade infantil afeta a saúde de milhões de crianças menores de 10 anos no Brasil, segundo estudo do Ministério da Saúde com população acompanhada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas essa situação pode ser evitada quando, desde os primeiros anos de vida, as crianças tenham uma alimentação saudável tanto em casa como na escola, que tem papel fundamental nesse processo, segundo o nutricionista Fábio da Veiga Ued, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. “Nós precisamos ter consciência que o comportamento das crianças na faixa-etária escolar é muito influenciado pelo ambiente onde vivem. E, tendo em vista que elas passam boa parte do dia na escola, esse é um ambiente que impacta sim, diretamente, na boa alimentação infantil ou na má alimentação.”

O papel da escola, diz Ued, é fornecer alimentos saudáveis para as crianças, “o que  ajuda na concentração, no desenvolvimento intelectual e no rendimento escolar”. O professor lembra que os cardápios das escolas são elaborados por nutricionistas dos municípios ou do Estado, de acordo com o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), mas alerta que, em algumas escolas, o horário de  fornecimento de grandes refeições, como o almoço, por exemplo, é inapropriado. “Eles oferecem o almoço às 9 horas e, dessa forma, muitas crianças acabam almoçando duas vezes, uma na escola e outra em casa, às 12 horas, o que favorece a ingestão de quantidade excessiva de energia.”

Outro fator que preocupa, segundo o nutricionista, é que, na tentativa de cortar custos, os cardápios de algumas escolas contêm alimentos de baixo valor nutricional, como sucos industrializados e embutidos, como salsichas, por exemplo. “Isso precisa ser fiscalizado pelos órgãos públicos e merece mais atenção de cada escola”, afirma.

Já em casa, o principal empecilho para a continuidade dos hábitos alimentares ensinados na escola é a má alimentação dos pais, segundo o nutricionista. “O ambiente domiciliar precisa andar de mãos dadas com o ambiente escolar e as refeições em casa precisam ser realizadas em horários predefinidos para que a criança tenha um hábito e uma rotina alimentar, num ambiente calmo e tranquilo, sem TV, celular ou tablet e sem insistência para que ela coma tudo que está no prato. Esses fatores favorecem para que a criança preste mais atenção no alimento e estabeleça vínculo com o alimento e evita a seletividade alimentar”, diz o professor.

Uma boa alimentação, diz Ued, deve começar desde o nascimento e os pais devem atentar sempre para que a criança receba alimentos saudáveis, aumentando a qualidade de vida e tendo vários benefícios. “O primeiro benefício é o bom crescimento e desenvolvimento da criança; um segundo é a contribuição para o desenvolvimento cognitivo e para a capacidade intelectual, facilitando um melhor desempenho na escola; o terceiro benefício é a prevenção de resfriados e gripes recorrentes; em quarto, a formação de hábitos alimentares saudáveis, que pode perdurar por toda a vida; e, por fim, a prevenção de doenças crônicas no futuro, como câncer, diabete e obesidade, por exemplo.”

Fonte: Jornal da USP

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EMPRESAS se tornam mais competitivas ao CAPACITAR e DESENVOLVER as HABILIDADES dos FUNCIONÁRIOS

 Gazeta da Torre

Como os negócios devem preparar seus funcionários recém-formados para lidar com o mercado de trabalho, estruturado por meio de práticas muito distintas das vivenciadas na universidade? Este é um dos questionamentos levantados no debate promovido pelo Canal UM BRASIL, uma realização da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com dois dos fundadores da Brazilian Student Association (BRASA), a maior associação nacional de estudantes no exterior.

A gravação (  https://umbrasil.com/videos/debate-empresas-se-tornam-mais-competitivas-ao-capacitar-e-desenvolver-as-habilidades-dos-funcionarios/  ), feita em parceria com a BRASA e com a Revista Problemas Brasileiros, reuniu Ana Garcia, diretora do Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), e João Vogel, sócio da gestora de saúde Alice.

De acordo com Ana, todos os negócios do futuro estarão envolvidos com tecnologia e educação. Cada vez mais empresas buscam programas de formação e capacitação em determinadas áreas para seus funcionários. “Estamos vendo muitas universidades corporativas ou parcerias B2B focadas neste sentido. Isso acontece porque o profissional que chega ao mercado não está preparado, tem gargalos profundos, ou não sabe como é a cultura do trabalho.”

Vogel comenta que muitas empresas que precisam de mão de obra qualificada estão reduzindo suas expectativas em relação aos trabalhadores recém-graduados. “Elas estão buscando, minimamente, raciocínio crítico e analítico, inteligência emocional – por meio da capacidade de entender e de se comunicar com pontos de vistas diferentes –, aprender a aprender e ética na tomada de decisões”, destaca Vogel.

A partir disso, ele enfatiza, as empresas tomam para si a responsabilidade de formar os funcionários nas habilidades essenciais ao negócio. “Não se trata mais de procurar pessoas que já venham ‘prontas’, mas que tenham motivação e ambição para alinhar seus objetivos durante a execução do trabalho.”

A tecnologia transversal nos negócios

Ana ainda explica que toda empresa passa a ser de tecnologia no momento em que isso se torna fundamental para o desenvolvimento do negócio. “Independentemente da área em que atua – Saúde, Educação, Transporte, Logística ou Varejo –, será muito difícil uma empresa ser bem-sucedida, sustentável e escalável se não houver uma estratégia de tecnologia clara e embedada em seus produtos. Essa estratégia passa a ser algo transversal em todos os negócios, envolvida em todas as outras áreas, diferentemente de antes, quando isso era restrito apenas a um setor”, afirma.

Fonte: UM Brasil

Demitida por um tuíte de anos atrás: como a cultura do cancelamento pode afetar seu trabalho

 Gazeta da Torre

No final do trimestre de 2021, a revista Teen Vogue anunciou a contratação da jornalista Alexi McCammond como editora-chefe da capa. McCammond, de 27 anos, havia trabalhado em empresas importantes do setor nos Estados Unidos e enfrentava agora um novo desafio. Mas apenas alguns dias depois da publicação de sua contratação e sem sequer chegar a tomar posse do cargo, a profissional apresentou sua demissão. O motivo: o escândalo que se formou por alguns tuítes que publicou quando tinha 17 anos e sobre os quais alguns funcionários da revista alertaram por seu conteúdo racista e homofóbico.

O caso de McCammond é um dos mais recentes, mas não é o único. A cultura do cancelamento é uma nova realidade que pode, como nesse caso, acabar em demissão em poucas horas. Nos últimos anos vimos exemplos semelhantes em jogadores de futebol, políticos e pessoas anônimas. Em muitas dessas situações ocorre a coincidência de que os comentários foram realizados no passado, quando essa pessoa não tinha a projeção pública e sequer intuía que poderia chegar a ostentar esse cargo para o qual depois se exige certo decoro.

Tal como explica José Manuel Rodríguez, jornalista e consultor digital, quando utilizamos essas plataformas na internet para expressar nossas opiniões “ficamos expostos por algo que dissemos em seu momento e que não precisa ser representativo do que somos e pensamos hoje. Um dos problemas que surgem com as redes sociais é que geram a perspectiva enganosa de que as pessoas não mudam com o tempo, mas não é assim.”

A pergunta, portanto, é como podemos evitar que a pegada digital deixada por nosso eu do passado repercuta em nosso eu do presente. Um equilíbrio que se torna ainda mais complicado se introduzimos a variante do trabalho. Por um lado, somos recomendados a cuidar de nossa marca pessoal na rede para conseguir novas oportunidades de trabalho e, por outro, dizem que precisamos ser muito cautelosos com o que mostramos porque se volta contra nós.

Raquel Recolons, especialista em marketing digital e redes sociais e professora da EAE Business School, diz que “as pessoas hoje em dia estão muito preparadas, especialmente os millennials, que já têm certa trajetória profissional e puderam vivenciar situações em que sua atividade [nas plataformas] jogou a favor e contra. A geração Z, entretanto, mais jovem, ainda não enfrentou essas situações, e são mais atrevidos em suas publicações”.

O apagamento maciço é a solução?

Nos últimos anos se popularizou um tipo de empresa que se dedica a fazer por nós uma limpeza integral de nossa presença na internet. Internacionalmente, um dos serviços com mais projeção é o Deseat.me, que controla, após a introdução do e-mail, todos os sites em que algum dia você criou uma conta e anula esses perfis se assim o desejar. Na Espanha também funciona a Eliminalia, uma empresa que, segundo indicam, promete confidencialidade para apagar dados e informação na internet de particulares e empresas. Além disso, tal como se vê nas sentenças do Tribunal de Justiça da União Europeia sobre o direito ao esquecimento, podemos pedir ao Google que elimine informação pessoal que consideramos danosa à nossa imagem.

Para José Manuel Rodríguez, a contínua exposição online “é uma espécie de armadilha que armamos a nós mesmos gerando uma hemeroteca que podemos eliminar tranquilamente”. O jornalista, que trabalhou por mais de 10 anos gerindo os perfis em redes sociais de diversas empresas, é favorável a apagar regularmente nosso feed [conteúdo publicado em uma rede social]. Nem todas as plataformas tornam isso fácil, mas a limpeza no Twitter é algo relativamente simples de se fazer para evitar surpresas desagradáveis no futuro. “O TweetDeleter, por exemplo, te permite escolher períodos de tempo, é automático, e apaga os tuítes com a periodicidade escolhida”, diz Rodríguez. “Eu o recomendo porque, em certas ocasiões, você pode querer comentar um programa de televisão e se manifestar sobre uma questão que te irrita muito. Às vezes, por mais cuidado que se tome, pode-se perder a cabeça e colocar algo inapropriado. É aí que essa ferramenta funciona como uma espécie de carro limpador que vai apagando”. Nesse sentido, o jornalista indica que tendemos a supervalorizar a importância de nosso arquivo pessoal nas redes sociais. “Não se apegue a ele, porque o problema da internet como conceito é a permanência do que dizemos, a possibilidade constante de que você, com seu nome e sobrenome, em determinado fórum, tenha dito algo que tempos depois pode aparecer em uma busca do Google”.

Recolons, por sua vez, recomenda fazer a limpeza de conteúdo manualmente porque “isso nos dá a oportunidade de ver cada conteúdo e selecionar o que é necessário que seja apagado e o que não”. Além do TweetDeleter, sugere utilizar a ferramenta MyPermissions Privacy Cleaner “para controlar sua privacidade através dos aplicativos aos que deu permissão [para acessar seus dados] a partir de suas redes sociais”. A professora da EAE Business School também lembra que “o próprio Facebook, em nosso perfil, nos dá uma opção —o registro de atividade— em que podemos revisar todas as nossas publicações, ações e onde fomos etiquetados e a partir daí editar sua visibilidade e até eliminar essas atividades. No próprio aplicativo do Instagram também há um truque interessante, por exemplo, para deixar de seguir usuários com quem não somos muito próximos”.

Os que desejam um serviço mais sofisticado contam com empresas como a britânica The Marque, que oferece a pessoas com cargos de alto escalão uma assistência integral para conseguir um rastro digital de acordo com seu nível. Como diz seu fundador, a ideia surgiu ao comprovar que “muitos profissionais de perfil alto estavam mal representados online com informações desatualizadas sobre eles, compartilhada várias vezes sem uma fonte clara de conteúdo confiável”.

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Perfil pessoal contra perfil profissional em redes sociais

Um exemplo recente de personagem público que utilizou o apagamento maciço de tuítes é o do porta-voz do Unidas Podemos no Congresso espanhol. Pablo Echenique, que tem o hábito de utilizar essa plataforma na qual entrou em março de 2009, eliminou maciçamente todas as mensagens anteriores a 4 de junho. Nesses casos em que uma pessoa tem um perfil público tão marcado, cabe se perguntar se pode ser uma boa ideia criar duas contas paralelas nas redes sociais: uma para questões pessoais e outra com uma visão profissional.

Recolons considera que “não há uma resposta totalmente fechada que sirva para todo mundo. Em geral, recomendaria ter um só perfil, e selecionar cada canal social para publicar o conteúdo mais apropriado: enquanto no Linkedin o pertinente é se limitar ao âmbito profissional, em outras redes como o Instagram não há problema em que os usuários mostrem parte de sua vida privada. De fato, gostamos de ver”, lembra a especialista em marketing digital. “De qualquer forma, seria preciso analisar cada caso para determinar a melhor solução. Em muitas redes sociais é possível ter perfis privados, para que somente quem tem nossa permissão possa ver os conteúdos, e pode ser uma boa solução para os que pretendem ter dois perfis, um de âmbito público/profissional aberto, e um 100% privado”.

José Manuel Rodríguez, por sua vez, recomenda fazer uma reflexão prévia da imagem que se quer projetar nas redes sociais porque, em um entorno tão polarizado como o atual, um problema recorrente costuma ser acreditar “que a marca pessoal se constrói se baseando em conseguir as filiações de pessoas que pensam de modo parecido, no lugar de demonstrar do que você é capaz como profissional”.

O certo é que para evitar situações incômodas e crises de reputação muitas empresas estão criando protocolos específicos para que seus funcionários saibam de antemão como devem se comportar em seus perfis sociais e o que pode acontecer se essas normas forem desrespeitadas. Apesar disso, talvez as duas partes, empresas e trabalhadores, devam questionar se entramos em uma dinâmica excessivamente nociva e não é exagerado que uma pessoa possa perder seu emprego por um tuíte do passado tirado de contexto. “O problema de tudo isso”, diz Rodríguez, “é que se baseia em uma deficiência de produto. O Twitter funciona com a hipérbole e promove apelações às emoções, sejam boas e ruins, mas geralmente ruins. Há muitas pessoas que se veem impelidas a se definir fazendo parte de linchamentos de este tipo”. Diante das contínuas queixas e episódios de assédio que muitos usuários sofrem, empresas como o Twitter e o Facebook estão começando a apresentar mudanças que podem reverter esse ambiente tóxico e fazer com que os usuários pensem duas vezes antes de se lançar ao escárnio coletivo e a compartilhar notícias falsas. Como indica Rodríguez, “perceberam que suas dinâmicas funcionavam muito bem para o que queriam: agregar muita gente e ter muitas interações, mas isso estava gerando uma externalidade negativa à sociedade”.

Fonte:El País

segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Movimentos que vão te auxiliar a aliviar a dor lombar

Se liga na dica da fisioterapeuta Gabriela Fradique! Ela te ensinar alguns movimentos que vão te auxiliar a aliviar a dor lombar.

 

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quarta-feira, 23 de novembro de 2022

O brasileiro que pretende criar ‘MIT da Amazônia’, instituto de tecnologia voltado à floresta

Gazeta da Torre

Dr. Carlos Nobre

Um dos cientistas mais influentes de sua geração, o meteorologista brasileiro Carlos Nobre se espelha na própria história pessoal para fazer um sonho virar realidade.

Formado no Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), em São José dos Campos, e com doutorado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês), nos Estados Unidos, o pesquisador trabalha agora para criar um centro de pesquisa semelhante no coração da Amazônia.

O projeto, conhecido como Instituto de Tecnologia da Amazônia (ou AmIT, na sigla em inglês), tem a pretensão de envolver não apenas o Brasil, mas todos os nove países que possuem porções da floresta, como Peru, Colômbia e Bolívia.

"Será uma instituição pan-amazônica, capaz de produzir ciência de ponta no padrão dos melhores centros do mundo", antevê.

Nobre afirma que "não há nenhum país tropical que desenvolveu a bioeconomia baseada em recursos naturais, biodiversidade e florestas" e que essa pode ser uma grande oportunidade para o Brasil.

O cientista projeta que o instituto terá recursos públicos e privados e pode virar realidade nos próximos dois ou três anos.

Os eixos fundamentais

A premissa principal do instituto é a de que "o conhecimento da Amazônia deve ser fundamentado na ciência e na tecnologia direcionadas à inovação para garantir a inclusão socioeconômica no desenvolvimento da própria região".

Em outras palavras, a ideia é fazer pesquisas científicas para desenvolver tecnologias, descobrir potenciais usos dos recursos naturais da floresta de modo sustentável e gerar riquezas para as próprias pessoas que vivem lá.

Usando como exemplo o próprio ITA, o pesquisador lembra que, graças às pesquisas feitas no local, o Brasil desenvolveu a terceira maior companhia de aviação do mundo: a Embraer.

Além de Nobre, fazem parte do projeto do AmIT os cientistas Maritta Koch-Weser, presidente da ONG Earth3000 e Adalberto Val, do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa).

O meteorologista destaca que o AmIT terá cinco eixos principais.

"Nós desenhamos grandes unidades de pesquisa e desenvolvimento local para guiar a lógica de formação dos alunos", explica.

"Vamos trabalhar com florestas, paisagens alteradas ou degradadas e como restaurá-las, infraestrutura sustentável de transporte e energia, biodiversidade e manejo da água", conta.

Segundo o pesquisador, o grande objetivo é aliar "a ciência indígena de milhares de anos com a ciência contemporânea, de forma harmoniosa e operativa".

Desafios para o Brasil e para o mundo

Nobre, que está participando da Conferência de Mudanças Climáticas das Nações Unidas (COP27), que acontece em Sharm El-Sheik, no Egito, também acredita que o Brasil pode (e deve) assumir o papel de liderança global nas políticas ambientais.

"Nosso país pode ser a primeira grande economia a zerar suas emissões de carbono", pontua.

O cientista aponta que isso representa um enorme ganho para a economia — a manutenção da floresta é fundamental para o regime de chuvas que irriga e sustenta as plantações espalhadas pelo resto do país e também na América do Sul, por exemplo.

Ele ainda reforça a necessidade de que o mundo atinja as metas estabelecidas em 2015 no Acordo de Paris, de preferência com o limite de aumento de 1,5°C na temperatura do planeta em comparação com a era pré-industrial.

Por fim, Nobre vê com boas perspectivas a eleição de Lula e o início do novo governo sob o ponto de vista do meio ambiente.

"Há uma experiência no passado em que vimos a queda no desmatamento e na degradação ambiental, a melhora da qualidade de vida da população brasileira e especificamente da Amazônia, a criação de várias unidades de conservação e demarcação de territórios indígenas", lista.

"As eleições de 2022 foram a última chance de manter a Amazônia e de combater o crime organizado na região, que sempre existiu, mas se sentiu empoderado nos últimos anos", diz.

"Me parece que a política do novo governo vai toda na direção do desmatamento zero e existe, claro, uma pressão internacional para que se obtenha sucesso."

"Nós temos quatro anos para acabar com o desmatamento, a degradação e a ilegalidade na Amazônia", completa.

Fonte:BBC Brasil

*Este texto foi publicado emhttps://www.bbc.com/portuguese/brasil-63641033

segunda-feira, 21 de novembro de 2022

Sete seleções são favoritas para vencer a Copa do Mundo 2022

 Gazeta da Torre


Apenas 8 seleções ganharam a Copa do Mundo. Equipes históricas são sempre as protagonistas das apostas, e campeões internacionais recentes chegam como opções firmes para a conquista da taça no Catar.

O ranking da Fifa, atualizado conforme o desempenho de todos os times, como o resultado das eliminatórias, dos amistosos e torneios em andamento, é um indicador que dá bons elementos para pensar em favoritismo.

Em 2022, a América Latina está de olho no Brasil e na Argentina, invictos na classificação para o Catar e dominantes há anos no continente. Na Europa, a França – atual campeã da Copa do Mundo – e a Bélgica chegam como candidatas.

Com base no desempenho recente, no ranking mundial, elencos e adversários na fase de grupos, aqui estão os principais favoritos para vencer o Mundial:.

*Último ranking da Fifa antes da Copa do Mundo.

1. Brasil: 1841,3 pontos.

2. Bélgica: 1816,7.

3. Argentina: 1773,88.

4. França: 1759,78.

5. Inglaterra: 1728.47.

6. Itália: 1726,14.

7. Espanha: 1715,22.

8. Holanda: 1694,51.

9. Portugal: 1676,56.

10. Dinamarca: 1666,57.

 

Fonte:CNN Brasil.

MODA – Blusas... O básico que nunca é de mais, em modelagens modernas

 Gazeta da Torre

imagem:Freepik


Blusas, quem é que não gosta de ter várias na gaveta? As mais modernas ganham aplicaçâo de babados, recortes vazados, paetês e mangas diverssas. Veja aqui algumas boas ideias que a nossa consultora de imagem e estilo Fátima Fradique selecionou para que vocês possam se inspirar e montar sua produções de um jeito simples e certeiro. Vale apena confereir!

1 - LOOK: BLUSA COM AMARRAÇÃO NA CINTURA

imagem:Shopee

Eis aqui uma blusa chique e feminina que tem como destaque uma amarração na cintura, mangas ¾ envase, decote 'V' com tiras decorativas. Tudo isso transmitindo elegância e sofisticação à peça.  Com ela você vai a reuniões de negócios ou almoço mais formal com charme e muito estilo. Vale apena investir!

2 - LOOK: BLUSA COM DETALHE NAS MANGAS

imagem:Pinterest

Blusa básica, mas nem tão básica! Com abertura e amarração com laço nas mangas, com modelagem moderna e versátil que permite o uso com calças jeans, saias, shorts e calça em alfaiataria. Com ela você vai do trabalho ao lazer com charme e muito estilo.

3 - LOOK: BLUSA OMBRO VAZADO

imagem:Pinterest

Blusa ombro vazado é uma peça leve que garante um estilo despojado no look. Soltinha e confortável. É unir duas tendências em uma única peça. Fácil de combinar e ainda favorece seios pequenos e equilibra a proporção de ombros estreitos. Puro charme!

4 - LOOK: BLUSA BRANCA

imagem:Pinterest

Curinga, a blusa branca é a mais básica que alguém já conseguiu inventar.  A mesma blusa branca você usa no trabalho pode ficar super estilosa se você usar uma joia, um colar, uma pulseira ou mesmo um brinco. Ela deve estar sempre limpa bem passada. Não é tão trabalhoso mantê-la assim. Difícil é você errar usando uma blusa branca. Vale apena investir!

5 - LOOK: BLUSA PLUS SIZE

imagem:Premium

Prática e confortável, a blusa aqui mostrada tem como destaque; manga curta, decote redondo com detalhes vazado, amarração no barrado lateral. Peça versátil, ideal para enfrentar a temporada de calor na moda com muito estilo.

6 - LOOK: BLUSA MANGA BUFANTE

imagem:Pinterest

As mangas bufantes estão em alta novamente, não é mesmo? Essa é uma tendência retrô, que marcou bastante nos anos 80 e tem aparecido cada vez mais no guarda-roupa feminino de forma moderna e modificada. As mangas bufantes são conhecidas por darem um ar de romantismo e feminino aos looks, porém nas versões atuais também podem trazer modernidade e poder ao visual. Assim, se você curte uma moda mais retrô ou vitange, pode ser muito interessante investir nessa tendência nos seus looks.

7 - LOOK. BLUSA EM PAETÊ

imagem:Tudo com moda

E pra finalizar, eis aqui um look diferenciado moderno e cheio de charme. Blusa em paetê com detalhe bordado na parte frontal, uma das tendências que promete abrilhantar na Copa do Mundo 2022. Vale apena investir!

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segunda-feira, 14 de novembro de 2022

Está chegando o dia!

 Gazeta da Torre

A bola finalmente vai rolar! A abertura da Copa do Mundo será realizada neste dia 20 de novembro, domingo, às 13h (horário de Brasília). O horário se refere à primeira partida do Mundial na fase de grupos, um confronto entre o Catar, país que sedia o campeonato, e a seleção do Equador — ambos compõem o grupo A. Pouco antes do jogo, terá também uma cerimônia de abertura.

Na cerimônia, são esperados shows de cantores consagrados em todo o mundo e apresentações culturais sobre o Catar. Neste ano, a imprensa internacional especula que podem se apresentar a cantora latina Shakira, o grupo sul-coreano de k-pop BTS e a banda estadunidense Black Eyed Peas. A informação foi divulgada pelo site coreano Naver e reforçada pelo portal espanhol Mundo Deportivo.

A Copa do Catar também conta com outras duas novidades: é a primeira vez que o torneio ocorre no Oriente Médio e também é a primeira vez que o Mundial ocorre nos meses de novembro e dezembro – tradicionalmente, a Copa ocorre no meio do ano, mas a Fifa mudou a data para evitar as altas temperaturas registradas no Catar entre junho e julho.

Os brasileiros ansiosos para a estreia do Brasil no Mundial devem se atentar, já que o primeiro jogo da Seleção será em uma quinta-feira, em 24 de novembro, às 16h (horário de Brasília). O time escalado e dirigido por Tite enfrentará a Sérvia pelo grupo G. Camarões e Suíça são as outras duas seleções que compõem o grupo.

Fonte: Correio Braziliense

O autocuidado

O autocuidado é tudo aquilo que você faz para sentir-se bem, descansar e elevar a sua autoestima.

E vale muito, viu!

Desde que você aproveite esse tempo de forma prazerosa, descompromissada e sem dar bola para as cobranças feitas por aí, especialmente nesse mundo “tarefeiro”, onde tudo está sendo encarado como uma obrigação.

Curta seu momento!

Relaxe sem culpa, ache tempo!

Gabriela Fradique

 https://www.instagram.com/studiogabriela.fradique/   

Rua José Bonifácio, 543, sala 10, Torre, Recife/PE. Gabriela Fradique I Fisioterapeuta – CREFITO nº170001-F.

OSTEOPATIA – PILATES – FISIOTERAPIA ORTOPÉDICA – DRENAGEM LINFÁTICA – MASSAGEM.

Agende sua consulta: (81) 9 8133-0505

quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Dulce Damasceno - A jornalista brasileira que conviveu com Marilyn Monroe, Elvis Presley e Carmen Miranda

 Gazeta da Torre

Há exatos 21 anos, em novembro de 2008, o Brasil perdia uma mulher que fez história durante os anos 50 e 60, mas que poucos conhecem sua trajetória hoje em dia. Dulce Damasceno de Brito foi a primeira jornalista brasileira correspondente dos Diários Associados, na época de ouro de Hollywood.

Única representante de uma cadeia de jornais, revistas, emissoras de rádio e televisão da época, ela teve o privilégio de conviver com as charmosas celebridades da capital do cinema americano, como Marilyn Monroe, Elvis Presley, Carmen Miranda, Gregory Peck, Charlton Heston, Lana Turner, Marlon Brando, Elizabeth Taylor, Grace Kelly, Rock Hudson, entre tantos outros.

Dulce participou ativamente da entrega de prêmios do Oscar e também dos exclusivos banquetes no Beverly Hilton Hotel, aos quais só compareciam um restrito grupo da imprensa, para confraternizar com os vencedores e perdedores da premiação. Participou das premières de gala e festas exuberantes dos grandes produtores para apresentação de novos astros, almoços-entrevistas nos estúdios, entre outras centenas de eventos importantes.

Mulher de sorte e muito talento, Dulce era tão respeitada em Hollywood que, no final da década de 1960, como correspondente, ela podia escolher diariamente os sets que queria ir para assistir às filmagens, bater papos com diretores e atores. Alguns creditam essa forte influencia à sua ligação intima a Carmem Miranda, que sempre teve fortes contatos com os produtores de Hollywood.

Parte das informações acima foram retiradas de seu livro de memórias “Hollywood Nua e Crua”, escrito em 1968, onde tamanho foi o sucesso que Dulce escreveu uma continuação em 1992, com o mesmo nome, incluindo – Parte II. Outro livro imperdível é o “O Abc de Carmen Miranda” , escrito em 1986 e lançado pela editora nacional.

A jornalista manteve colunas em várias revistas especializadas em cinema, mesmo depois dos anos de ouro, pois certamente a experiência vivida por essa senhora, nenhum outro brasileiro teve a oportunidade de viver. Dulce morreu em 9 de novembro de 2008, aos 82 anos, em decorrência do Mal de Parkinson.

Fonte:Universo Retrô

terça-feira, 1 de novembro de 2022

Leia um livro!

No dia 29 de outubro foi comemorado o Dia Nacional do Livro, uma data celebrada em homenagem ao dia em que foi fundada a primeira biblioteca do Brasil: a Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro, que existe até hoje. 

Além de abrir sua mente, o livro é capaz de trazer inúmeros benefícios para o cérebro, como: estimular a criatividade e imaginação, melhorar o vocabulário, relaxar e diminuir as chances de desenvolver doenças neurodegenerativas. O hábito da leitura, inclusive, é um dos exercícios intelectuais mais completos, segundo o ponto de vista cognitivo.

Leia um livro! Escolha um título novo para abrir seus horizontes!

️ Método SUPERA Recife Madalena – Rua Real da Torre, 1036, Madalena, Recife/PE; 

Contato: (81) 3236-2907;  

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