sábado, 3 de outubro de 2026

MOMENTO SUPER IMPORTANTE

 

É super importante que as pessoas se informem sobre nossos candidatos e se aproximem da discussão política porque nosso voto é nosso grande poder como cidadão.

Por Amélia Janta, escritora

Ao contrário do mito de que a emancipação do país foi um processo pacífico resolvido apenas com o "Grito do Ipiranga", o Brasil enfrentou uma violenta Guerra de Independência contra as tropas leais a Portugal. Embora as estimativas variem entre os historiadores, calcula-se que o conflito tenha deixado muitos brasileiros mortos diretos em combate, chegando a projeções de até 20.000 mortos. Em resumo, muitos brasileiros morreram defendendo nosso país, para chegarmos à nossa independência. Não é justo que, agora, apareça um qualquer sem história e entregue nossas terras. Ao ir votar, pense nisso.

quinta-feira, 1 de outubro de 2026

O tudo ou nada!

 Gazeta da Torre

Na reta final, os candidatos adotam ataques mais diretos contra os adversários e alguns tentam resgatar desesperadamente o voto do eleitor.

À medida que o dia da votação se aproxima, o foco da campanha muda de “apresentar propostas” para “conquistar quem ainda não se decidiu”. O tom emocional ou dramático serve como um forte apelo para mobilizar o eleitorado que demonstra apatia ou distanciamento da política. Além disso, ativa-se a estratégia do voto útil, na qual os candidatos tentam convencer o eleitor a não “desperdiçar” o voto em concorrentes com menos chances.

Charge do cartunista e ilustrador Duke

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Em publicação no X, jurista aponta partido que abriga réus, foragidos, corruptos e golpistas

 Gazeta da Torre

Jurista Marcelo Uchôa

O jurista Marcelo Uchôa denunciou nas redes sociais que o Partido Liberal (PL) vem atuando como um instrumento político da extrema-direita para desestabilizar o sistema democrático brasileiro, ao mesmo tempo em que protege integrantes envolvidos em crimes graves contra o Estado de Direito.

Em publicação no X (antigo Twitter), Uchôa foi enfático: “O grupo de malfeitores que governou o Brasil e tentou um golpe difundiu bem a falsa narrativa de que está sendo perseguida por uma ditadura. Abriu a porta para que cada picareta fuja do país com o consentimento de parte da população. De fora, articulará o revés. A realidade requer atenção dobrada!”

Segundo o jurista, o PL deveria ter seu registro cassado desde que apresentou pedido de anulação do segundo turno da eleição presidencial de 2022 — sem questionar os resultados dos governadores eleitos nas mesmas urnas eletrônicas. “A democracia perdeu uma oportunidade histórica ao não exigir mais consequências dessa farsa institucional”, criticou.

A crítica de Marcelo Uchôa deixa claro que o PL não é apenas um abrigo para figuras controversas, mas um instrumento de ataque ao Estado Democrático de Direito, tentando normalizar práticas antirrepublicanas por meio do discurso da vitimização.

Como conclui o jurista, “os partidos que se utilizam da estrutura democrática para solapar a própria democracia precisam ser responsabilizados. Do contrário, a história se repetirá — como farsa e como tragédia.”

*Marcelo Ribeiro Uchôa, advogado, jurista e professor brasileiro, com atuação destacada em direitos humanos, direito constitucional e defesa da democracia. Doutorado em Direito Constitucional pela Universidade de Fortaleza (UNIFOR). Pós-doutorado em Direitos Humanos na Universidade de Salamanca, na Espanha.

Fonte: 082Notícias

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Dia da Pessoa Idosa - Envelhecer é ganhar histórias, experiências, memórias e novos capítulos para viver

 Gazeta da Torre

Hoje, 1º de outubro, é dia de reforçar o respeito, amor e carinho de quem continua vivendo de muitos jeitos: praticando esporte, cuidando da família, aprendendo coisas novas, trabalhando, viajando, descansando ou simplesmente aproveitando a vida no seu próprio ritmo.

É dia de lembrar daqueles que merecem ser cuidados com paciência, pois um dia foram eles que cuidaram de nós.

No vídeo, Anastácia, a Rainha do Forró, manda seu recado direto de sua página do Instagram. Como muitas pesquisas apontam que as políticas públicas voltadas para a população idosa são negligenciadas e não figuram como prioridades nos planos de governo dos candidatos, muitos idosos fazem questão de ir às urnas exercer sua cidadania e continuar participando do processo político.

O exercício da cidadania mostra ao idoso e aos candidatos que sua opinião ainda importa e que ele continua ativo na sociedade.

Para o idoso, reafirma o seu valor próprio, mostrando que envelhecer não significa perder a voz ou o papel de cidadão. Votar, debater e opinar mantém o idoso conectado e relevante para o futuro do país.

Para os candidatos e governantes, serve como um lembrete de que a população idosa é expressiva, consciente e tem demandas que precisam ser ouvidas e incluídas nos planos de governo.

Fontes: Agência Brasil; Jornal da USP;

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