Gazeta da Torre
A gente chega
para beber ou comer alguma coisa e o garçom informa que, para acessar o
cardápio, temos que escanear o QR Code. Infelizmente isso acontece muito
atualmente. Primeiramente, você tem que ter paciência. Depois a obrigação de
estar com o celular carregado, com o aplicativo instalado e saber como abrir o
link... Para as pessoas que tentam desligar o celular nos momentos de lazer,
esse momento acaba virando uma grande fonte de estresse.
No Brasil, o
Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe que o fornecedor imponha limites
que dificultem o acesso ao produto. Se você não tem celular ou internet, o
estabelecimento é obrigado a dar uma alternativa.
Ainda existe a
possibilidade de cair no golpe do QR Code adulterado. O golpe técnico é de uma
simplicidade assustadora. Criminosos imprimem adesivos idênticos aos do
estabelecimento e os colam por cima do QR Code original. Quando você escaneia,
em vez de ser direcionada para o menu do restaurante, o seu navegador é levado
para uma página clonada, visualmente perfeita, que pode solicitar dados de
login, realizar o download automático de malwares ou até apresentar uma chave
Pix falsa para o pagamento da conta.
Para tentar
amenizar esse estresse, você pode adotar algumas estratégias simples. Peça o
cardápio físico imediatamente. Assim que sentar, avise o garçom: 'Estou sem
celular (ou sem bateria), você pode me trazer o cardápio impresso, por favor?'.
A maioria dos locais guarda algumas versões específicas apenas para essas
situações, atendendo também idosos ou quem prefere evitar a tecnologia.
Fontes: Dicas
Tecnolupa; CBN;
Charge: Tom Cotrim, cartunista
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