segunda-feira, 13 de maio de 2013

Jaqueline da Nova Torre Delicatessen com a redução de estômago: “Antes eu usava manequim 54 – hoje uso 42”

Redação Gazeta da Torre

O número de pessoas que deseja fazer, e faz, redução de estômago com o objetivo de emagrecer vem aumentando. A primeira vista são pessoas que já "tentaram" de tudo para emagrecer, mas não conseguiram, ou, se conseguiram com qualquer método que seja, depois de pouco tempo voltaram a engordar. Nessas tentativas os pacientes não conseguem se comprometer realmente com seu objetivo e enganam-se a si próprios encontrando alguma justificativa que lhe satisfaça. 


A cirurgia é apenas o início do tratamento. As etapas, inclusive, começam antes do procedimento cirúrgico, e as fases seguintes são tão importantes quanto à cirurgia e precisam ser realizadas também, pois, aos poucos, as informações e comportamentos são assimilados. Com repetição e mudança de atitudes.

O paciente operado precisa pensar como uma pessoa que tem estômago menor que antes, que ele não deve e nem pode exagerar na alimentação. Isso leva tempo para ser incorporado pelo cérebro. Tem que haver coerência entre o pensar, o falar, o sentir e o fazer. Se uma dessas fases for ignorada não haverá coerência e a ação de fazer não acontece da forma pensada.

A decisão de se submeter a uma cirurgia de redução de estômago é muito importante na vida de uma pessoa que precisa dela, como os obesos por exemplo. Essa vontade deve ser acompanhada de ações em conformidade como em um tratamento clínico. A única diferença é que na cirurgia não tem volta, ou melhor, se desacatar a quantidade de alimentos ingeridos, o excesso "volta". E com ele, sérios problemas de saúde.

A simpática atendente da Nova Torre Delicatessen, Jaqueline Silva, a famosa Jack, de 27 anos, fez a cirurgia. A Jack é uma moça sempre de bem com a vida, mas, no antes, durante e pós procedimento, em alguns momentos ela ficou deprimida.  Por que isso? Uma moça que em todos os dias de trabalho vive distribuindo sorrisos.  O que houve para deixá-la tão sensível a ponto de chorar?  Não era o resultado  que esperava? Não houve pessoas para lhe darem força? Nós da Gazeta da Torre fomos atrás das respostas junto a Jack, e observamos a fundamental participação dos profissionais de psicologia e nutrição. Seis meses após a cirurgia tivemos o famoso bate-papo:

Jack antes e depois da cirurgia
De onde partiu a idéia de fazer a cirurgia de redução de estômago?Ela responde : Sempre fui “cheinha”, sempre desejei emagrecer e não conseguia, ainda,  minha vida amorosa não vinha bem. Passado o tempo, vi que minha vida não estava legal, para piorar chegou ao fim o meu relacionamento. Olhei para o espelho e vi que era hora de mudar radicalmente minha vida. Foi aí que veio a idéia.

Como sua família reagiu? Jack : Todos ficaram com medo, e de olhos arregalados olhando para mim. Mas eu estava muito determinada na minha decisão, não iria voltar atrás.

Como foram os preparativos?  Jack : Comecei me informando com pessoas que haviam realizado a cirurgia. Pesquisei bastante na internet. No início fui logo encaminhada para uma psicóloga, seis meses antes do dia da cirurgia. Uma grande força, que me ajudou bastante para chegar o esperado dia e não sair correndo. (risos) Outra grande ajuda foi a do meu patrão e grande amigo Robeckson Germano. Ajuda espiritual e material. Uma grande pessoa. Até o esperado dia foram muitos exames, além das terapias mencionadas.

E o esperado dia? Como foi?  Jack : Não sentia medo, e sim ansiedade. Lembro que a anestesista segundos antes perguntava sobre o bolo de rolo da padaria. (risos)

O que pensava naquele exato momento? Jack : A todo instante vinha na minha cabeça uma imagem de uma Jack gostosona. (risos)

E o pós-cirurgia como foi? Jack: Nos primeiros dias me olhava no espelho e não observava diferença alguma. Todos os dias e a cada meia hora eu ingeria 50ml de líquido. O cérebro pedia comida. Chorava muito. Após a cirurgia tinha abandonado a psicóloga. Aí veio a depressão. Voltei para a psicóloga. Ganhei uma balança, me pesei e veio a surpresa: havia perdido 8 kilos em 9 dias. Para variar, a nutricionista liberou um delicioso purê com carne. A depressão sumiu. Era só alegria. (risos)

Os homens na rua, como são os olhares hoje em dia? Jack: Meu filho! Os olhares são outros. Estou recebendo muitos elogios. A cantada já é da seguinte forma: “ E aí magrinha?” (risos) 

Uma mensagem para os leitores:
"Vá em frente nos seus sonhos com muita determinação e crendo em Deus"
Jack


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