sábado, 19 de setembro de 2026

Muitos políticos utilizam os conceitos de "família" e "pátria"

Ferramentas de marketing político e retórico estratégico, independentemente de suas convicções pessoais.

Família e Pátria são conceitos que a maioria das pessoas associa a afeto, proteção, segurança e identidade. Ao se alinhar a esses valores, o político tenta transferir automaticamente esses sentimentos positivos para a sua própria imagem, simplificando a comunicação com o eleitorado.

O uso desses termos serve para criar uma identidade de grupo ("os defensores dos valores tradicionais"). Muitas vezes, uma retórica serve para sugerir que os adversários políticos são "contra a família" ou "traidores da pátria", deslegitimando a oposição sem a necessidade de debater propostas complexas.

Na ciência política, o comportamento privado de um indivíduo frequentemente difere de sua pessoa pública. O discurso serve para obter poder, enquanto as ações legislativas ou pessoais não podem refletir a defesa real de políticas públicas de apoio às famílias ou ao desenvolvimento soberano do país.

Enquanto isto, fica o desafio do arrependimento das lideranças religiosas que credenciaram tamanha iniquidade e de reconstrução da trajetória cristã, extremamente comprometida no seu testemunho perante a sociedade brasileira.

Afinal, estas lideranças não devem se esquecer do contexto no qual a fala de Jesus, contida no texto de Lucas 12.2, escolhido para o título da operação da PF, se dá. Como diz o Evangelho, no versículo anterior (12.1): “Ajuntando-se, entretanto, muitos milhares de pessoas, de sorte que se atropelavam uns aos outros, [Jesus] começou a dizer aos seus discípulos: Acautelai-vos primeiramente do fermento dos fariseus, que é a HIPOCRISIA”

Fontes:  Magali Cunha, Jornalista e doutora em Ciências da Comunicação

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sexta-feira, 18 de setembro de 2026

Setembro Lilás: doença de Alzheimer o diagnóstico importa

 

Setembro é um mês marcado pela campanha de conscientização da doença de Alzheimer e outras demências. No Brasil, essa mobilização é frequentemente conhecida como Setembro Lilás e acompanha o World Alzheimer’s Month (Mês Mundial da doença de Alzheimer), campanha internacional coordenada pela Alzheimer’s Disease International (ADI). Todos os anos, pessoas, organizações e instituições de diferentes países se mobilizam para ampliar o conhecimento sobre as demências e enfrentar o estigma que ainda acompanha essas condições (ALZHEIMER’S DISEASE INTERNATIONAL, 2026a).

O principal marco do mês acontece no dia 21 de setembro, Dia Mundial da Doença de Alzheimer. A data foi criada em 1994, durante a abertura da conferência anual da ADI, realizada em Edimburgo, na Escócia. O dia foi escolhido em comemoração aos dez anos da organização e marcou o lançamento do primeiro World Alzheimer’s Day, realizado pela ALZHEIMER’S DISEASE INTERNATIONAL (ADI) e pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Com o passar dos anos, a mobilização ganhou espaço para além de um único dia. Em 2010, foi realizada uma campanha-piloto envolvendo 12 países e, em 2011, teve início o Mês Mundial do Alzheimer. Desde então, setembro se tornou um período importante para ações de informações, diálogos e mobilizações sociais em torno das demências.

 No Brasil, o dia 21 de setembro também é reconhecido como Dia Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer, instituído pela Lei nº 11.736/2008 e com iniciativas lideradas pela Federação Brasileira das Associações de Alzheimer. A lei estabelece que a data tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da participação de familiares e amigos nos cuidados dispensados às pessoas que receberam o diagnóstico. Embora a terminologia utilizada na lei reflita o período em que foi publicada, sua mensagem continua atual: o cuidado não se restringe à pessoa que recebe o diagnóstico, mas envolve também sua família, a sua rede de apoio e a sociedade.

De acordo com a OMS (2026), as demências estão entre os grandes desafios contemporâneos para a saúde e o cuidado. Em 2021, cerca de 57 milhões de pessoas viviam com demência no mundo, e aproximadamente 10 milhões de novos casos surgem a cada ano. A doença de Alzheimer é a forma mais comum e corresponde a aproximadamente 60% a 70% dos casos.

Por trás desses números, no entanto, existem pessoas e famílias que precisam lidar com mudanças que nem sempre são facilmente reconhecidas ou compreendidas. A própria OMS destaca que, apesar de a idade ser o principal fator de risco conhecido, a demência não é parte do envelhecimento normal. Essa diferença é importante. Nem todo esquecimento significa doença, e algumas mudanças cognitivas podem ocorrer ao longo do envelhecimento. Porém, quando dificuldades de memória, linguagem, orientação, raciocínio ou realização de atividades habituais se tornam frequentes e começam a interferir na rotina, é importante buscar uma avaliação adequada.

Ainda assim, o desconhecimento não é a única barreira. O diagnóstico de uma demência continua cercado por medo e preconceito. Muitas vezes, a pessoa passa a ser vista apenas a partir das perdas cognitivas, da dependência ou das dificuldades que podem surgir ao longo da progressão da doença. Estudos mostram que a forma como a demência é apresentada e discutida publicamente influencia as atitudes em relação às pessoas que vivem com essa condição. Uma comunicação baseada apenas em incapacidade e declínio pode reforçar emoções negativas e estereótipos. Por outro lado, abordagens que apresentam a pessoa para além do diagnóstico podem contribuir para atitudes mais positivas e menos estigmatizantes.

O estigma também continua presente nos espaços em que hoje buscamos informação. Ao analisar publicações feitas nas redes sociais durante o Mês Mundial do Alzheimer, Bacsu et al. (2025) identificaram estereótipos, crenças equivocadas e desinformação relacionados às demências. Para os autores, ampliar a educação sobre o tema é fundamental para enfrentar essas representações e melhorar a maneira como a sociedade percebe as pessoas que vivem com demência. Uma das principais mensagens do Setembro Lilás é que informação pode abrir caminhos para o cuidado. Reconhecer alterações cognitivas e procurar uma avaliação profissional permite investigar suas causas e compreender o que está acontecendo.

Quando há um diagnóstico de demência, isso não significa que “não há mais nada a fazer”. Existem possibilidades de tratamento e acompanhamento, intervenções farmacológicas e não farmacológicas, estimulação e reabilitação, orientação às famílias, adaptações na rotina e diferentes formas de suporte à pessoa que vive com a doença e a quem participa de seu cuidado. Em 2026, essa discussão está no centro da campanha mundial da ADI, que traz como tema “The Earlier You Know, The More You Can Do: A Dementia Diagnosis Matters” — em tradução livre, “Quanto mais cedo você souber, mais poderá fazer: o diagnóstico de demência importa” ou simplesmente: Alzheimer o diagnóstico importa.

A mensagem chama a atenção para um problema ainda presente em diferentes países: o medo, os estigmas e a falta de informações podem atrasar a procura por ajuda. Conhecer o diagnóstico, quando ele está presente, pode permitir acesso a tratamentos, cuidados e suporte, além de favorecer o planejamento e a participação da própria pessoa nas decisões relacionadas ao seu futuro.

Também não é possível falar de doença de Alzheimer sem olhar para quem está ao lado. Familiares e cuidadores frequentemente assumem novas responsabilidades ao longo da progressão da doença e precisam, eles próprios, de informações, orientações e suporte. O cuidado, portanto, precisa incluir não apenas quem recebe o diagnóstico, mas também as pessoas que compartilham essa trajetória.

Por isso, a conscientização proposta na campanha liderada pela FEBRAz no Setembro Lilás vai além de conhecer o nome da doença ou lembrar uma data no calendário. Ela envolve reconhecer sinais, buscar informação de qualidade, enfrentar preconceitos, favorecer o acesso ao diagnóstico e ao cuidado e, principalmente, não deixar que a doença apague a pessoa que existe para além dela. Falar sobre doença de Alzheimer é também falar sobre como queremos envelhecer e cuidar. Quanto mais informações circulam de forma responsável, maiores serão as possibilidades de construir uma sociedade preparada para conviver com as demências com mais conhecimento, respeito e acolhimento. Por isso o Supera  integra esta campanha com o evento Despertando a Sociedade para a Saúde do Cérebro-2026.

Um evento realizado em parceria com a Associação Brasileira de Gerontologia (ABG) com especialistas das diferentes áreas, que trarão informações sobre prevenção, diagnóstico, tratamento, direitos e políticas públicas da doença de Alzheimer. Um evento gratuito, que acontecerá no contexto presencial e no formato remoto no canal do método Supera, @metodosupera, com emissão de certificado de participação.

Link para as inscrições: 

cadastro.metodosupera.com.br/lp-2026-despertando-a-sociedade

Assinam este texto, as gerontólogas:

Djessica Hilton Peixoto 

Kauane Macedo Barbosa 

Profa. Dra. Thais Bento Lima da Silva

Para reflexão:

Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento. “Clarice Lispector”

Você sabia que:

Por mais surpreendente que possa parecer, o cérebro é responsável por mais conexões do que o número de estrelas da Via Láctea.

Resposta do desafio de Agosto

Numa sala há quatro cantos, em cada canto há um gato, cada gato vê três gatos. Quantos gatos estão na sala?

Resposta: Estão na sala 4 gatos.

Desafio de Setembro:

O que os números 2,10,12,16,18 e 19, têm em comum?

Resposta na próxima edição

Serviço:

Método Supera - Ginástica para o Cérebro

Responsável Técnica: Idalina Assunção (Psicóloga, CRP 02-4270)

Unidade Recife Madalena

Rua Real da Torre, 1036. Madalena, Recife.

Telefone: (81) 30487906 – 999000603 (WhatsApp)

terça-feira, 15 de setembro de 2026

CPRH classificou 14 trechos de praias de Pernambuco como impróprios para banho

 Gazeta da Torre

A Agência Estadual de Meio Ambiente (CPRH) classificou 14 trechos de praias de Pernambuco como impróprios para banho. A avaliação considera 27 pontos monitorados e valeu até esta quinta-feira (10). Os pontos estão distribuídos por seis municípios da Região Metropolitana do Recife: Itamaracá, Paulista, Olinda, Recife, Jaboatão dos Guararapes e Cabo de Santo Agostinho.

Entre os pontos, dois estão na Praia do Janga, em Paulista, onde cinco crianças passaram mal no último domingo (6) e precisaram de atendimento médico após contato com a água.

De acordo com a CPRH, as coletas de água dos mais recentes informativos foram realizadas entre os dias 31 de agosto e 1º de setembro, e 14 dos 27 pontos recebidos classificação de impróprios para banho.

CONFIRA OS TRECHOS IMPRÓPRIOS:

Recife

Praia do Pina: em frente à Rua Com. Morais com Eng. Antônio de Góes/Cassino Americano

Praia de Boa Viagem: em frente à Av. Boa Viagem, nº 2840 – Posto 8/Padaria Boa Viagem

Olinda

Praia de Rio Doce: em frente à Rua Paulo N. Queiroz, próximo à foz do Rio Doce

Praia de Bairro Novo: em frente à Av. Ministro Marcos Freire, nº 2039/Quartel da PE

Praia do Carmo: em frente à Praça João Pessoa, por trás dos Correios

Praia dos Milagres: em frente à Praça dos Milagres

Jaboatão dos Guararapes

Praia de Candeias: em frente à Av. Bernardo V. de Melo, nº 6476 – Restaurante Candelária

Praia de Barra de Jangadas: em frente ao nº 10800/antiga Marina dos Mares

Paulista

Praia de Maria Farinha: em frente ao Cabanga Iate Clube

Praia do Janga: em frente à Rua Cláudio S. Bastos, nº 190/Cond. Roberto Barbosa

Praia do Janga: em frente à Rua Betânia

Cabo de Santo Agostinho

Praia de Enseada dos Corais: em frente ao Canal do Boto

Praia de Gaibú: em frente à Av. Laura Cavalcanti/Centro de Turismo

Itamaracá

Praia de Jaguaribe: em frente à Rua Santina de Barros.

Fonte: CBN Recife


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Candidatos pinóquios!

 Gazeta da Torre

De acordo com análises de professores e colunistas publicadas pelo Jornal da USP, os candidatos políticos mentem ou distorcem fatos durante as campanhas eleitorais principalmente por estratégia pragmática para angariar votos, apelo emocional e desvantagem competitiva.

O filósofo e professor da USP Renato Janine Ribeiro explica que muitas mentiras ocorrem na forma de promessas irrealizáveis. Segundo ele, para uma campanha ser considerada ética, ela deveria ser o mais verdadeira possível. No entanto, na busca pela vitória, os candidatos recorrem frequentemente ao que se chama de estelionato eleitoral: prometem o que sabem que não poderão cumprir porque percebem que o eleitorado muitas vezes prefere ouvir ilusões reconfortantes a verdades duras e complexas.

Em debates e análises promovidas pela Rádio USP, aponta-se que a mentira funciona como uma manifestação corrosiva no ecossistema político. Quando um candidato passa a utilizar a desinformação de forma sistemática e obtém vantagens com isso, ele coloca os adversários em desvantagem. Isso acaba forçando um ciclo vicioso onde outros atores políticos se veem tentados a flexibilizar seus compromissos com a verdade para não perder espaço na disputa.

As mentiras e narrativas manipuladas geralmente não focam na lógica, mas sim em despertar sentimentos profundos como medo, indignação ou esperança messiânica. Ao desviar o debate público de propostas técnicas e orçamentárias para focar em pautas puramente emocionais ou morais, os candidatos — especialmente os que buscam a reeleição estadual — conseguem mobilizar e fidelizar o eleitorado de maneira muito mais rápida e econômica.

Como bem sintetizou o professor Floriano Marques Neto em análises repercutidas na Faculdade de Direito da USP, a mentira é o maior perversor do processo eleitoral justamente porque ela altera o principal pilar da democracia: a formação livre e consciente da exclusão do eleitor.

Fonte: Rádio USP

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E-book orienta sobre primeiros socorros em saúde mental nas escolas

 Gazeta da Torre

Mudanças repentinas de comportamento, queda no desempenho escolar, isolamento excessivo, irritabilidade persistente e perda de interesse por atividades antes prazerosas podem indicar que um adolescente enfrenta uma crise ou uma situação de sofrimento emocional.

Reconhecer esses sinais, oferecer uma escuta sem julgamentos e saber quando procurar ajuda especializada são algumas das orientações apresentadas na segunda edição do e-book Quando a dor não é visível: primeiros socorros em saúde mental na adolescência – Orientações para profissionais no contexto escolar.

A publicação está disponível neste link

https://www.livrosabertos.abcd.usp.br/portaldelivrosUSP/catalog/view/2001/1837/7525

Produzida por pesquisadores da USP em Ribeirão Preto, a publicação procura preparar professores e demais membros da equipe escolar para oferecer apoio inicial aos estudantes. A escolha desse público considera a posição estratégica avançada pela escola, onde os adolescentes passam significativamente do dia e mantêm contato frequente com educadores e outros profissionais.

A publicação define os Primeiros Socorros em Saúde Mental como um conjunto de ações destinadas a oferecer apoio inicial a uma pessoa em crise. Entre seus princípios estão a escuta atenta e sem julgamento, a avaliação das necessidades, a promoção da segurança, o incentivo à expressão dos sentimentos, o fornecimento de informações adequadas e o direcionamento para serviços de ajuda.

Com 78 páginas, o e-book reúne informações, orientações práticas, atividades de reflexão e periodicidade de serviços e plataformas de apoio. A obra está disponível gratuitamente no Portal de Livros Abertos da USP e deve ser utilizada como material introdutório. Como próprios autores recomendamos a consulta a outras fontes e a participação em atividades de formação para o aprofundamento do tema.

Fonte: Jornal da USP

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segunda-feira, 7 de setembro de 2026

O cardápio no QR Code

 Gazeta da Torre

A gente chega para beber ou comer alguma coisa e o garçom informa que, para acessar o cardápio, temos que escanear o QR Code. Infelizmente isso acontece muito atualmente. Primeiramente, você tem que ter paciência. Depois a obrigação de estar com o celular carregado, com o aplicativo instalado e saber como abrir o link... Para as pessoas que tentam desligar o celular nos momentos de lazer, esse momento acaba virando uma grande fonte de estresse.

No Brasil, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) proíbe que o fornecedor imponha limites que dificultem o acesso ao produto. Se você não tem celular ou internet, o estabelecimento é obrigado a dar uma alternativa.

Ainda existe a possibilidade de cair no golpe do QR Code adulterado. O golpe técnico é de uma simplicidade assustadora. Criminosos imprimem adesivos idênticos aos do estabelecimento e os colam por cima do QR Code original. Quando você escaneia, em vez de ser direcionada para o menu do restaurante, o seu navegador é levado para uma página clonada, visualmente perfeita, que pode solicitar dados de login, realizar o download automático de malwares ou até apresentar uma chave Pix falsa para o pagamento da conta.

Para tentar amenizar esse estresse, você pode adotar algumas estratégias simples. Peça o cardápio físico imediatamente. Assim que sentar, avise o garçom: 'Estou sem celular (ou sem bateria), você pode me trazer o cardápio impresso, por favor?'. A maioria dos locais guarda algumas versões específicas apenas para essas situações, atendendo também idosos ou quem prefere evitar a tecnologia.

Fontes: Dicas Tecnolupa; CBN;

Charge: Tom Cotrim, cartunista

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Glúteos fortes vão além da estética e ajudam na autonomia do envelhecimento

Gazeta da Torre

Um corpo ativo e a prática regular de atividade física podem contribuir para uma vida mais longa e com maior autonomia. Nesse contexto, a musculatura dos glúteos exerce um papel importante na capacidade de movimento ao longo da vida. Mais do que uma questão estética, esses músculos participam de movimentos básicos do cotidiano, como sentar, levantar, caminhar e subir escadas. Localizados na região do quadril, os glúteos são formados por três músculos principais: máximo, médio e mínimo. O glúteo máximo, o maior deles, é um dos mais importantes para a produção de força e participa de movimentos presentes no dia a dia. A manutenção dessa força pode contribuir para preservar a mobilidade e a autonomia com o avanço da idade.

Apesar de sua importância, o glúteo máximo não atua sozinho. De acordo com o professor Paulo Santiago, da Escola de Educação Física e Esporte de Ribeirão Preto (EEFERP) da USP, os três músculos que formam os glúteos atuam na extensão do quadril, na estabilização da pelve e na produção de força durante diferentes movimentos, contribuindo para a mobilidade e a autonomia.

“Os glúteos ajudam a produzir força e a estabilizar a pelve, principalmente quando apoiamos o corpo sobre um dos membros. Isso os torna importantes para a mobilidade e a autonomia, mas nenhuma dessas tarefas é realizada por eles sozinhos”, explica.

Segundo o especialista, movimentos como caminhar, levantar-se de uma cadeira ou subir escadas dependem da atuação conjunta de diversos grupos musculares, incluindo quadríceps, panturrilhas e músculos do tronco. Por isso, a manutenção da força e da funcionalidade está relacionada ao condicionamento global do corpo, e não apenas ao fortalecimento de uma região específica.

Fonte: Jornal da USP

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“Somos sim independentes, mas não constituídos”

 Gazeta da Torre

Sociólogo Sérgio Abranches

A frase do sociólogo e cientista político Sérgio Abranches, resume uma crítica profunda sobre a formação do Estado e da sociedade no Brasil, frequentemente discutida no contexto do aniversário da Independência do país. Em termos simples, o autor diferencia o ato político e jurídico de se separar de Portugal da tarefa muito mais complexo de construir uma nação sólida, justa e institucionalmente madura.

"Somos sim independentes": Significa que o Brasil resolveu sua soberania externa. O país é um Estado soberano, livre do domínio colonial, tem suas próprias fronteiras, governo, Forças Armadas e reconhecimento internacional.

"Mas não constituídos": Significa que o Brasil ainda apresenta falhas em sua organização interna e social. Para Abranches, uma nação só é verdadeiramente “constituída” quando constrói uma identidade coletiva sólida, consolida instituições democráticas derivadas e garante os direitos fundamentais de cidadania para toda a sua população.

Na visão do sociólogo, o Brasil permanece "inconstituído" porque ainda convive com feridas históricas crônicas, como a extrema desigualdade social, o racismo estrutural, o patrimonialismo (a confusão entre o bem público e o privado) e a constante instabilidade política. A independência rompeu os laços com a metrópole, mas não eliminou as estruturas de exclusão interna.

Fonte: Jornal da USP

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sábado, 5 de setembro de 2026

Falar sobre a doença de Alzheimer também é falar sobre cuidado!


 Informação ajuda a reconhecer sinais, buscar orientação e acolher quem vive essa realidade. Observe as imagens abaixo para saber mais e compartilhe este conteúdo com quem precisa dele!


O Setembro Lilás é uma campanha que reforça a importância de falar sobre a doença de Alzheimer, com acesso a informações educativas e responsabilidade. Alterações persistentes na memória, na orientação, no comportamento, na personalidade ou na realização de atividades cotidianas merecem atenção e avaliação profissional, mas não devem ser interpretadas isoladamente como diagnóstico.

Reconhecer os sinais, buscar orientação e oferecer apoio à pessoa com demência e à família são partes do cuidado. Cuidar de quem cuida também é essencial para um cuidado mais seguro, acolhedor e humanizado.

Fonte: Ministério da Saúde. Relatório nacional sobre a demência: epidemiologia, (re)conhecimento e projeções futuras. Brasília, DF: Ministério da Saúde, 2024.

Método SUPERA Recife Madalena

Unidade Tricampeã Nacional em Excelência Pedagógica

Endereço; Rua Real da Torre, 1036, bairro Madalena,

Recife/PE

Wa.me/55 81 82992551

segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Você sabia que a educação financeira pode ser uma grande aliada para a preservação da sua cognição e a manutenção de um envelhecimento ativo?

 

Antes de nos aprofundarmos e encontrarmos a resposta para essa pergunta, precisamos compreender o que é a cognição. A cognição pode ser definida como o processo em que adquirimos conhecimentos, incluindo funções essenciais, como a atenção, pensamento, memória e a linguagem, ou seja, é a partir desse conjunto complexo que entendemos e compreendemos o mundo.

Durante o processo de envelhecimento, podem ser observados declínios em alguns domínios cognitivos, como prejuízos na memória e redução da velocidade de aprendizagem. Essas mudanças podem impactar a qualidade de vida, a autonomia e a independência da pessoa idosa. A boa notícia é que, por meio de estímulos adequados, é possível reduzir esses impactos ao exercitar o cérebro e fortalecer a chamada reserva cognitiva, que auxilia na adaptação às alterações que ocorrem ao longo do envelhecimento.

Assim como a cognição necessita de estímulos, a nossa vida prática exige preparo econômico contínuo. Com o aumento da longevidade, as pessoas idosas deixaram a posição de dependentes para assumirem o papel de provedoras e consumidoras ativas na sociedade. No entanto, esse novo protagonismo vem acompanhado de vulnerabilidades, como a alta exposição a ofertas de crédito consignado e o forte assédio do mercado, o que eleva o risco de endividamento. Nesse cenário, a educação financeira atua como uma ferramenta indispensável de proteção, auxiliando a pessoa idosa a compreender os riscos do mercado e a evitar armadilhas (SOUZA et al., 2024).

Mais do que lidar com números, a educação financeira é um poderoso instrumento de emancipação e empoderamento. Ela capacita a pessoa idosa a planejar o orçamento doméstico, tomar decisões de consumo mais conscientes e se proteger contra práticas abusivas. Ao desenvolver essas habilidades, o indivíduo conquista maior autonomia, diminuindo a dependência financeira de terceiros. Assim, o controle seguro das próprias finanças garante a independência e a tranquilidade que são fundamentais para se vivenciar a velhice com dignidade, saúde mental e plena qualidade de vida.

Além disso, a educação financeira pode ser compreendida como um importante instrumento no desenvolvimento cognitivo ao longo da vida, uma vez que as decisões relacionadas ao dinheiro não se restringem a valores puramente econômicos, mas também envolvem processos mentais, emocionais e sociais. Nesse sentido, o dinheiro atua como um estímulo carregado de significados, exigindo do indivíduo a interpretação de informações, avaliação de riscos e tomada de decisões (SOUZA, 2026).

A educação financeira também pode atuar favorecendo decisões mais conscientes e racionais, ao estimular o reconhecimento de fatores emocionais e padrões de pensamento que influenciam o comportamento financeiro (BRASIL, 2024). Nesse sentido, compreender como lidar com as próprias finanças vai além da promoção do bem-estar econômico, constituindo-se também como uma estratégia relevante para a proteção da cognição e para a promoção de um envelhecimento ativo e saudável.

Assinam o texto as gerontólogas:

. Ana Mi Bok Yoo,

. Kathyn Dolfi,

. Yasmin dos Santos Rodrigues

. Profa. Dra. Thais Bento Lima da Silva

Para reflexão:

Não deixe seus sonhos serem apenas sonhos. “ Autor desconhecido”

Você sabia que:

A comida que você consome afeta o funcionamento do cérebro. Pessoas que comem alimentos mais naturais e com menos conservantes geralmente têm um QI maior

Resposta do desafio de Julho:

Complete o próximo número da sequência.

2, 10, 16, 17, 18, 19, ......200

Resposta: Todos os números da sequência começam com a letra D, o próximo número que começa escrito com a letra D é DUZENTOS

Desafio de Agosto:

Numa sala há quatro cantos, em cada canto há um gato, cada gato vê três gatos. Quantos gatos estão na sala?

Resposta na próxima edição

Serviço:

Método Supera - Ginástica para o Cérebro

Responsável Técnica: Idalina Assunção (Psicóloga, CRP 02-4270)

Unidade Recife Madalena

Rua Real da Torre, 1036. Madalena, Recife.

Telefone: (81) 30487906 – 999000603 (WhatsApp)

Dia do Nutricionista!

 Gazeta da Torre

Hoje, 31 de agosto, é o Dia do Nutricionista. Um dado merece uma dica importante: não coloque este profissional em uma caixinha porque, na verdade, ele faz parte de um grande universo. O nutricionista não está preso a um jaleco branco, a uma balança, a um livro de receitas, muito menos à tradicional figura de uma maçã.

O nutricionista está nas clínicas, nos hospitais, nas escolas, nas indústrias, nos restaurantes, no esporte, na pesquisa, nas políticas públicas, nas universidades, na atenção básica e em muitas outras áreas.

Nutricionista não tem cor, raça, peso, gênero ou idade. Tem ciência, conhecimento, empatia e o compromisso de cuidar de pessoas por meio da alimentação. A ASBRAN, que comemora hoje seu aniversário de 77 anos, parabeniza todos os nutricionistas que transformam vidas dia após dia, atuando com respeito e inclusão!

Por ASBRAN (Associação Brasileira de Nutrição)

quarta-feira, 26 de agosto de 2026

Em tempos de eleições: agências de checagem não são suficientes para conter o distúrbio informacional

 Gazeta da Torre

As agências de checagem de fatos desempenham um papel essencial no combate à desinformação, promovendo uma cultura de verificação que deveria ser adotada por todos. É crucial ressaltar que a apuração rigorosa e a incessante checagem de fatos são responsabilidades inatas do jornalista. No entanto, o pensamento crítico, essencial para lidar com o atual ambiente informacional, é adquirido ao longo da carreira e com a vivência pessoal. O uso acelerado de robôs (bots) nas redes sociais e aplicativos de mensageria instantânea, especialmente para disseminar mensagens falsas, discursos de ódio e teorias da conspiração, é uma preocupação constante entre os estudiosos da comunicação.

A circunstância do tempo de atenção dos internautas revelou-se tão significativa que se pode afirmar que essa aceleração está gerando um novo “sensorium“, uma forma superficial e apressada de consumir material digital. Esse comportamento, cada vez mais comum, tende a se espalhar amplamente, contaminando o modo como todos interagem em rede. Este é o ponto nevrálgico de preocupação para o jornalismo, que busca atrair e manter a audiência para cumprir seu propósito maior: fornecer informações de interesse público com a ética que lhe é inerente.

Ademais, é necessário redobrar a checagem de informações provenientes de fontes não profissionais, que muitas vezes carecem de responsabilidade ética ao compartilhar conteúdo. É fundamental combater o “efeito manada” que leva à disseminação indiscriminada da turbulência da informação. Para que um fato se torne notícia, ele precisa ser verdadeiro, respeitando a prioridade ética do jornalismo: a busca pela “verdade factual”, expressão cunhada por Hannah Arendt (1906-1975) em seu ensaio Verdade e Política, publicado na revista New Yorker em 1967. Dominique Wolton destaca a importância do jornalista em distinguir a expressão pessoal da informação factual nas redes sociais, ressaltando que a internet exige um trabalho contínuo de verificação para garantir a qualidade das informações compartilhadas.

Por Magaly Prado, professora convidada do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP

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UFPE sobe duas posições entre as universidades do Brasil e continua entre as 1 mil melhores do mundo no Ranking de Xangai 2026

 Gazeta da Torre

UFPE

A Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) ocupa, no cenário nacional, a 13ª posição entre as universidades brasileiras e a 10ª posição entre as instituições federais de ensino superior (Ifes), e está entre as mil melhores universidades do mundo, de acordo com a edição 2026 do Academic Ranking of World Universities (ARWU), conhecido como Ranking de Xangai.

Na América Latina, a Universidade alcançou a 20ª colocação. Em relação à edição anterior, houve avanço de duas posições no Brasil, de uma posição na América Latina e de uma posição entre as Ifes.

Na edição deste ano, a UFPE aparece na faixa 901–1000 do ranking mundial, mantendo sua presença entre as instituições de maior destaque no cenário internacional.

O ARWU é um dos principais rankings universitários internacionais. É elaborado pela Shanghai Ranking Consultancy e utiliza seis indicadores objetivos, baseados em fontes externas, para avaliar as universidades: desempenho de ex-alunos premiados com Nobel ou Medalha Fields; pesquisadores da instituição vencedores desses prêmios; pesquisadores altamente citados; artigos publicados nas áreas de Natureza e Ciências; artigos indexados nas bases internacionais de produção científica; e desempenho acadêmico por pesquisador.

Fonte: UFPE

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terça-feira, 25 de agosto de 2026

Os clubes da primeira divisão inglesa concordaram coletivamente em abandonar os patrocínios das apostas exclusivamente na parte da frente das camisas de jogo

 Gazeta da Torre

Os clubes de despedida da Premier League começam a se despedir dos patrocínios de casas de apostas na parte frontal das camisas, abrindo espaço para um grupo mais diversificado de parceiros comerciais, segundo relatório divulgado pela Nielsen.

Em 2023, os clubes da primeira divisão inglesa concordaram coletivamente em abandonar os patrocínios de empresas de apostas no espaço nobre dos uniformes. A medida passou a valer a partir do início da temporada 2026/27.

“Com a implementação da orientação voluntária e coletiva de parceria de apostas na parte frontal das camisas, o cenário que define a última década está sendo fundamentalmente reescrito”, afirmou a Nielsen Sports no relatório publicado no início do mês.

Segundo a empresa, o fim da chamada “era das apostas” dá lugar a uma fase mais diversificada e complexa, marcada pela presença de grandes conglomerados de software, investimentos soberanos e empresas do setor financeiro e de tecnologia.

“Para organizações que buscam desafiar o mercado, especialmente nos setores de fintech e inteligência artificial, o patrocínio está sendo utilizado para construir construção global em grande escala”, afirmou Andy Milnes, responsável pelo mercado esportivo da Nielsen no Reino Unido e na Irlanda.

Segundo Milnes, embora a saída das empresas de apostas possa representar uma perda financeira no curto prazo para alguns clubes, a mudança também cria oportunidades para um ecossistema comercial mais diversificado.

Fonte:CNN

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Torre , Recife

O 29º Festival Internacional de Dança do Recife

 Gazeta da Torre

Chega aí o 29º Festival Internacional de Dança do Recife, que se movimentará pela cidade entre os próximos dias 3 e 13 de setembro, oferecendo oficinas, espetáculos, cinedança e exposição, com grandes nomes de dança local, nacional e até internacional.

Já abertas as inscrições para dois oficinas gratuitas e imperdíveis, ministradas no Paço do Frevo, por profissionais chiquíssimos da dança brasileira: os cariocas Hiltinho Fantástico e Alice Ripoll e a paulista Elisabete Finger.

Vai lá no link da bio Paço do Frevo e garanta sua vaga!

https://www.instagram.com/pacodofrevo/?hl=en

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quarta-feira, 19 de agosto de 2026

Modelos de inteligência artificial conseguiram burlar regras do experimento, acessar a internet e invadir sistema

 Gazeta da Torre

Falta de aviso não foi. Em 2024, Geoffrey Hinton, um dos “pais" da inteligência artificial, cujas pesquisas ajudaram a formar o alicerce dos sistemas de IA que temos hoje – profundamente envolvida no maior salto tecnológico das últimas décadas – recebe um prêmio Nobel e, em seu discurso, faz um apelo à cautela com a tecnologia, é hora de parar e prestar atenção. “Estamos ‘flertando’ com forças que ainda não compreendemos totalmente”, ele disse, especialmente porque as máquinas estão aprendendo rápido!

Em julho deste ano, o que parecia um teste controlado terminou com um resultado inesperado: modelos de inteligência artificial da OpenAI, empresa americana de pesquisa e tecnologia de inteligência artificial, conseguiram burlar regras do experimento, acessar a internet e invadir o sistema de uma empresa para copiar informações.

Recentemente, após investigação, a OpenAI afirmou que o ataque de sua IA atingiu mais alvos do que se sabia inicialmente. Segundo a empresa, a operação ocorreu em ritmo descrito como sobre-humano e envolveu o acesso a serviços públicos a partir de logins encontrados online. O caso amplia o debate sobre segurança digital e controle da IA.

A companhia afirmou que está investigando o episódio para evitar que o comportamento volte a acontecer. O caso reacende um debate que parece saído da ficção científica: como garantir o controle humano sobre tecnologias cada vez mais autônomas?

Já se passaram dois anos desde o alerta de Geoffrey Hinton no Nobel, e algumas perguntas ainda precisam de respostas. Como estamos em relação às IAs? Será que a humanidade está preparada para elas? Será que a criatura começou a escapar do controle do criador? Fica a pergunta.

Fontes: JG; BBC;

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A Praça do Sebo vai comemorar seus 45 anos com uma programação cultural especial!

 Gazeta da Torre

A celebração deste importante patrimônio cultural da cidade conta com detalhes como: Lançamentos literários, apresentações musicais, rodas de conversa e intervenções artísticas.

Considerada um dos espaços tradicionais de circulação e comércio de livros usados na cidade, a Praça do Sebo reúne livreiros, leitores e colecionadores de raridades desde a sua criação, no ano de 1981.

A festa da Praça do sebo começa com a exibição de um trecho do documentário “Praça do Sebo”, seguido de bate-papo com o jornalista e cinegrafista Leonardo Klück e Elizeu Espindola. Às 10h40 a praça se transforma para receber o lançamento do livro Novos Engenhos, de Roberto Azoubel, seguido do lançamento do cordel 45 anos da Praça do Sebo (Praça Liêdo Maranhão), de Fernando Serpa e do livro Magazine Noturno, de Paulo Teixeira.

Ao longo de toda manhã também acontecerão uma apresentação de Zé da Boa Vista, a exposição fotográfica “Os sebos como ecossistema da leitura e a formação de leitores e professores” e apresentações musicais dos artistas Bloco Carnavalesco Lírico Cordas e Retalhos, Canário do Império, Diego Drão, Juvenil Silva e DJ Cigana Cósmica.

Serviço:

45 anos da Praça do Sebo

Quando: sábado, 29 de agosto

Onde: Praça do Sebo, centro do Recife,

Próxima Agência Central dos Correios.

Horário: a partir das 9h

Fontes:

Recanto Dos Alfarrabistas

https://www.instagram.com/recantodosalfarrabistas/

Seborreia Recife;

Revista Pernambuco;

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