quarta-feira, 6 de abril de 2016

ENTENDA O QUE É A CRIPTOGRAFIA DE PONTA-A-PONTA, UTILIZADA PELO WhatsApp



Fonte: Empresa Brasil de Comunicação S/A - EBC

Nesta semana, o WhatsApp começou a notificar usuários do aplicativo de que já está utilizando a chamada criptografia de ponta-a-ponta. “As mensagens que você enviar para esta conversa e chamadas agora são protegidas com criptografia de ponta-a-ponta”, dizia a mensagem. O aviso deixou alguns usuários em dúvida sobre o que deveria ser feito e o que seria a criptografia.

Na realidade, a criptografia de ponta-a-ponta nada mais é do que um recurso de segurança utilizado pelos administradores do aplicativo. De acordo com comunicado na página oficial do WhatsApp, o sistema visa criptografar (cifrar a mensagem para deixá-la impossível de ser lida quando armazenada) nas duas “pontas” (pessoas que estão conversando) da mensagem. Os desenvolvedores também apontam que é preciso ter a versão mais recente do aplicativo para que a a criptografia de ponta-a-ponta seja ativada.

De certa forma, o impedimento de que funcionários do WhatsApp tenham acesso à mensagem também protege a empresa. No início de março, o vice-presidente do Facebook (empresa que é dona do WhatsApp) no Brasil foi preso por não ter repassado informações de mensagens que circularam no aplicativo. Com o modelo de chave criptográfica, nem mesmo o WhatsApp teria acesso a essas mensagens.



O MUSEU DA ABOLIÇÃO, REALIZARÁ UM GRANDE EVENTO NO DOMINGO (10) SOBRE ESTÉTICA AFRO

Gazeta da Torre
Fonte: Museu da Abolição

Grandes marcas como Lola Cosmetics e grandes coletivos, além de salões do Recife e vlogger

O Museu da Abolição realizará a Mostra de Estética Afro, neste domingo (10), às 14h, no jardim do casarão da Madalena. Stands, exposições, desfile de penteados, palestras, apresentações de produtos, rodas de diálogos propostas por coletivos e workshops farão parte da programação.  Serão mais de 20 expositores entre salões, profissionais autônomos e representantes de marcas de cosméticos. O evento é gratuito.

O cabelo afro foi resignado como símbolo de resistência com o movimento Black Power nas décadas de 60 e 70, sendo hoje um elemento de luta política, um signo de identidade individual e um instrumento de fala étnica. O mercado está aberto e aproveitando essas discussões sobre a estética afro na luta pela igualdade racial e contra o preconceito com cabelos crespos. Assim são produzidos os blogs, canais virtuais como o youtube, páginas em redes sociais, seguidas por um número considerável de pessoas, marchas e coletivos para tratar desse assunto. De acordo com a museóloga Dayse Santos "o Museu enquanto instituição pública à serviço da comunidade deve dialogar com a mesma trazendo para a discussão em diversos formatos, que não só exposições, que emergem do seu público", finaliza.

Mostra Estética Afro
Onde: Museu da Abolição
R. Benfica, 1150 - Madalena
Quando: 10 de abril, às 14h
Evento gratuito





sábado, 2 de abril de 2016

2/Abril - Dia MUNDIAL da CONSCIENTIZAÇÃO do AUTISMO


Gazeta da Torre
Fonte: Revista do Autismo

Todo 2 de abril comemora-se o Dia Mundial da Conscientização do Autismo, data decretada pela ONU (Organização das Nações Unidas), desde 2008, pedindo mais atenção ao transtorno do espectro autista (nome "oficial" do autismo), cuja incidência em crianças é mais comum e maior do que a soma dos casos de AIDS, câncer e diabetes juntos. No Brasil estima-se que tenhamos 2 milhões de autistas, mais da metada ainda sem diagnóstico.

Um dos únicos consensos entre a comunidade médica em todo o mundo é de que quanto antes o diagnóstico for feito e o tratamento iniciado, melhor será a qualidade de vida da pessoa com autismo. A fim de auxiliar a descoberta precoce e para que a sociedade comece a conhecer os sutis sinais do autismo em bebês e crianças cada vez mais cedo, a editora M.Books lançou o livro "Autismo — Não espere, aja logo!" (132 páginas, R$ 39), sem linguagem técnica, de leigo para leigo, do jornalista Paiva Junior, pai de um garoto que está no espectro do autismo e editor-chefe da Revista Autismo. O livro, que tem prefácio do neuropediatra José Salomão Schwartzman e contra-capa com texto do neurocientista Alysson Muotri, da Universidade da Califórnia (EUA), poderá ser encontrado no site do autor (PaivaJunior.com.br).

Para muitos, o autismo remete à imagem dos casos mais graves, porém há vários níveis dentro do espectro autista. Nos limites dessa variação, há desde casos com sérios comprometimentos do cérebro, até raros casos com diversas habilidades mentais, como a Síndrome de Asperger (um tipo leve de autismo) – atribuída inclusive aos gênios Leonardo Da Vinci, Michelângelo, Mozart e Einstein. Mas é preciso desfazer o mito de que todo autista tem “superpoderes”. Os casos de genialidade são raríssimos.

A medicina e a ciência, de um modo geral, sabem muito pouco sobre o autismo, descrito pela primeira vez em 1943 e somente 1993 incluído na Classificação Internacional de Doenças (CID 10) da Organização Mundial de Saúde como um Transtorno do Desenvolvimento, que afeta a comunicação, a socialização e o comportamento.

Outro mito é o de que o autista vive em seu próprio mundo. Não. Ele vive em nosso mundo. Muitos autistas, porém, têm dificuldade em interagir e se comunicar, por isso não estabelecem uma conversa, ou mantêm uma brincadeira, e tendem a isolar-se — não porque querem, mas por não conseguirem. Ao pensar que o autista não tem um mundo próprio, teremos mais chances de incluí-lo em "nosso mundo" com o respeito que merecem, pois preconceito se combate com informação. Para contribuir, procure saber mais sobre o autismo e ajude a divulgar o 2 de abril.



O Mr. FIT NA TORRE

FOCO EM ALIMENTOS SAUDÁVEIS ONDE VOCÊ MONTA O PRATO COMO DESEJA

Gazeta da Torre

No mês de Setembro/2015, foi inaugurada uma nova unidade do Mr. Fit em nosso bairro da Torre. Localizada na Rua José Bonifácio, 543, sala 102, próximo ao salão do amigo Edelson. No cardápio da nova unidade Torre, pratos executivos, omeletes, saladas, wrap tapioca, sucos detox, entre outros. 







ALGUNS PRATOS









Totalmente brasileiro, o Mr. Fit nasceu do sonho de uma administradora de empresas com uma vasta experiência em redes de franquias.

Enxergou na alimentação saudável uma grande oportunidade de negócio e resolveu montar um fast food saudável inovador, que atingisse todas as classes sociais.

Antes mesmo de montar a primeira loja na cidade de Paulínia, a idealizadora do projeto recebeu propostas para franquear a marca em diversas cidades como no Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Belo Horizonte. Com tantos interessados em franquear a marca e com a experiência adquirida em anos, a fundadora decidiu então começar o projeto de expansão do Mr. Fit Fast food saudável, com estimativa de 54 lojas a serem inauguradas até Novembro de 2015.

A marca tem, como conceito, alimentação saudável com muito sabor, preço acessível e a missão de transformar hábitos, fazendo o bem.

Conheça a nova Mr. Fit Unidade Torre. A visão do Mr. Fit é ser reconhecido como a maior e melhor rede de franquias do seguimento de alimentação.



sexta-feira, 1 de abril de 2016

O 1º DE ABRIL É INTERNACIONALMENTE CONHECIDO COMO O DIA DA MENTIRA




VOCÊ JÁ VISITOU O NOSSO MUSEU DA ABOLIÇÃO NA MADALENA?

COMUNICAÇÃO DIRETA POR MEIO DE ACERVOS, INFORMAÇÃO E ARTE

Gazeta da Torre

Maravilhados por nossa criação, acreditamos em algum momento que poderíamos transferir para o mundo virtual tudo o que é real. Não aconteceu. Second Life (ambiente virtual e tridimensional que simula, em alguns aspectos, a vida real e social do ser humano) que o diga. Alguém por lá?

Mas não é só assim que se aprende, nem só isso que importa. Criar, se relacionar, mergulhar num mesmo ambiente é humano e insubstituível. Há algo mágico no presencial. Uma atmosfera que nos preenche e nos conecta profundamente. Compartilhar o mesmo ambiente é mais rico. Temos mais sentidos envolvidos e referências de mundo compartilhadas, ao mesmo tempo, como podemos encontrar em uma visita ao museu, por exemplo. Museus são repositórios de História e se comunicam com você por meio de acervos, informação e arte.

Na Madalena, contamos com o Museu da Abolição (MAB). Você já visitou?

O NOSSO MUSEU DA ABOLIÇÃO (MAB)

Uma área interna do Museu da Abolição (MAB)

O Museu da Abolição, que está localizado na Rua Benfica, 1150, é um museu público federal, vinculado ao IBRAM (Instituto Brasileiro de Museus). Sua missão é “Preservar, pesquisar, divulgar, valorizar e difundir a memória, os valores históricos, artísticos e culturais, o patrimônio material e imaterial dos afrodescendentes, por meio de estímulo à reflexão e ao pensamento crítico, sobretudo quanto ao tema abolição, contribuindo para o fortalecimento da identidade e cidadania do povo brasileiro”.

Esta responsabilidade aliada ao papel social dos museus de estar a serviço da sociedade conduz o MAB a refletir também sobre temas transversais, referentes aos direitos humanos, tais como: acesso ao trabalho, políticas públicas de inclusão, intolerância religiosa, racismo, preconceito, exclusão, gênero etc.

O Museu da Abolição vem trabalhando com outras instituições, questões importantes que envolvem temas de gênero, como: a discriminação sexual; o acesso ao crédito por trabalhadoras rurais; a produção das mulheres quilombolas; a formalização do emprego doméstico; a inclusão social; a institucionalização da memória das minorias etc.

Neste ano, o MAB planeja ressaltar o protagonismo feminino frente à sociedade patriarcal que tem caracterizado o Brasil por tantos anos e que manteve as mulheres oprimidas, especialmente as mulheres negras, subjugadas e intimidadas. Assim, comemora a liberdade e o empoderamento da mulher na busca de visibilidade, liberdade e igualdade de direitos.

No dia 8 de março, foi lançado o Selo MAB 2016, Projeto que está vinculado ao tema Mulher Negra Protagonista e a imagem escolhida para compor o selo é a obra “Biju de Licuri” do artista Ramon Martins. A obra faz parte do acervo do MAB, ao qual foi incorporada após aquisição por meio de doação da Receita Federal, cuja ação está prevista na Lei Federal n° 12.840 em 2015.  

Como podemos começar a observar, ir ao museu não é simplesmente um ato "ilustrativo" do conteúdo dado em sala de aula. Museus são locais com grande potencial educativo, onde é possível ter contato com obras de arte originais, além de uma verdadeira noção do que é patrimônio histórico e cultural.

Agora, outro lado da pergunta é: como um museu pode fazer sentido para um visitante, que está vivendo num mundo acelerado, cheio de recursos tecnológicos, com Internet, e assim por diante?  Para a resposta, o respeitado antropólogo, Benoît  de L’Estoile, pesquisador do CNRS (Institut de Recherche Interdisciplinaire sur les Enjeux Sociaux, Iris, Paris) e professor na École Normale Supérieure (Paris).

“Isso é, de fato, um desafio para os museus, hoje. Ora, o museu traz (ou pode trazer) uma experiência que essa pessoa não terá na Internet: o contato direto com um objeto não é o mesmo que sua observação por meio do Google Museum, em que se pode até ver a reprodução detalhada do quadro, mas a emoção que se sente não é a mesma que a experimentada quando se está diante da obra, em toda a sua materialidade. Antes de tudo, a experiência do museu é a de deslocar-se e andar dentro de um espaço singular. Você nunca vai viver uma experiência equivalente lendo um livro, vendo um filme, ou navegando em um site. Em todos casos, o museu consegue proporcionar uma experiência, estética, emocional, intelectual – e é isso que faz valer a pena ir a um museu”, responde Benoît .

Alguns estudiosos dessa temática afirmam que essa experiência direta permite que as pessoas criem possibilidades de ampliar e sensibilizar o seu olhar, além de enriquecer suas experiências, aumentando o entendimento da realidade que as cerca. Esse encontro entre família e museu favorece e resgata um convívio já esquecido e, sem dúvida, proporciona inúmeras descobertas. A descoberta de objetos, imagens, sons… a descoberta do outro e de si mesmo. Museus são espaços repletos de história e cultura. E o nosso Museu da Abolição é uma prova disso, com seus espaços simbólicos, muitas vezes mágicos e surpreendentes. É só visitar para descobrir.

Fontes: Small Acts Manifesto; Revista de História; Unicamp; Museu da Abolição




quinta-feira, 31 de março de 2016

PEÇA DE TEATRO DE GRANDE SUCESSO, COM ARTISTA DA TORRE NO ELENCO, VOLTA A ENTRAR EM CARTAZ

Gazeta da Torre

A Trupe Ensaia Aqui e Acolá põe novamente em cartaz a peça O amor de Clotilde por um certo Leandro Dantas, em temporada de sábado (2) a 24 de abril, sempre aos sábados e domingos, 19h, no Teatro Apolo.

No elenco estão a nossa Iara Campos - atriz, bailarina, produtora cultural e moradora da Torre, Tatto Medinni, Andréa Rosa, Andrea Veruska e Jorge de Paula, que também assina a direção.

O espetáculo, inspirado no romance de Carneiro Vilela "A emparedada da Rua Nova", ao longo de 5 anos de trajetória já viajou por 26 estados brasileiros  e participou de importantes Festivais como o Cena Contemporânea de Brasília, POA em Cena e em 2012 realizou diversas viagens pelo Brasil pelo circuito Palco Giratório do SESC. Em 2014 realizou sua primeira turnê internacional através do incentivo do Funcultura, viajando por 5 cidades do interior de Portugal e sua capital, Lisboa.

Retomando as atividades e com duas novas estreias previstas para esse ano, a Trupe Ensaia volta a trazer aos palcos de Recife seu espetáculo de maior sucesso.




Nossa Iara Campos no elenco da versão teatral
Nessa versão, os elementos que renderiam cenas dramáticas ganham tratamento cômico e um delicioso contorno paródico. Para ajudar na leveza e apresentar o amor, o elenco aposta em referências à cultura pop, na dança, e na estética circense, repleta de movimentos amplos. Um melodrama super divertido.

O elenco é bastante entrosado e competente, até por conta mesmo do número de apresentações que o grupo já fez. Realmente vale a pena assistir. Um verdadeiro espetáculo com a grande participação da nossa talentosa Iara Campos do nosso bairro da Torre. 




terça-feira, 29 de março de 2016

IRAH CALDEIRA NA COMEMORAÇÃO DO ANIVERSÁRIO DE LUIZINHO DE SERRA

Gazeta da Torre
Luizinho de Serra
Irah Caldeira

No dia 2 de abril, 19h, no Clube dos Servidores Municipais do Recife, na Rua São Francisco de Paula, 79 – Caxangá (Próximo ao terminal da Integração), um dos maiores Sanfoneiros Pernambucano, Luizinho de Serra, faz mais um ano de sanfona! 

E vai ter muito forró com participações de vários artistas. Nossa grande Irah Caldeira estará presente. 



segunda-feira, 28 de março de 2016

Chegou na Torre MEDIDA CERTA Comedoria






TÁ COM TUDO: BOXER BRAID – A TRANÇA DA VEZ, ESTILO BOXEADORA!




Do final de 2015 para 2016 muitas artistas internacionais como Kate Perry, aderiram ao modelo da trança embutida, muito usada pelas boxeadoras para evitar que o combate fizesse que o cabelo caísse no rosto e atrapalhasse a luta.

Porém, o penteado das academias de luta virou o queridinho do momento: “As Boxer Braids, tranças boxeadoras estão com tudo quando o assunto são penteados para o ano de 2016!″ .

De início o penteado pode parecer difícil e muito elaborado, porém não é nada mais do que duas tranças do tipo embutidas feitas nas laterais do cabelo. Depois de dividir as madeixas em duas partes, cada seção é trançada individualmente do início ao topo da cabeça até as pontas. Bem rente à raiz.

O estilo é a grande aposta e já começou a fazer a cabeça das fashionistas que não dispensam uma boa tendência de beleza.


Quando falamos em tranças, a criatividade é o limite. Existem várias formas de usá-las e inúmeros penteados com tranças que podemos fazer. Se você tem uma festa ou quer dar uma variada nos cabelos e penteados do dia a dia, as tranças com certeza são uma opção.
No caso da Boxer Braid, o “new hair” pode muito bem ser feita em casa, não dependendo das mãos de uma profissional para copiar o visual do momento!

Tranças são tão divertidas porque existem infinitas variações do que você pode fazer com elas. Encontre o que funciona melhor para você e se divirta com isso!

Espero que tenham curtido as dicas. Para enviar comentários e acompanhar mais novidades, acessem: www.novamodaemdestaque.com  



terça-feira, 22 de março de 2016

REFLEXÃO PARA SEMANA SANTA – Propõe Papa Francisco


Esperança e reflexão neste período.

Estando na Semana Santa, o sofrimento de Cristo na cruz é o centro da reflexão do Papa Francisco. Ele enfatiza a Ressurreição como a intervenção de Deus Pai que traz esperança, e não como o final feliz de uma fábula.

Francisco fala da liturgia do dia, que narra a traição de Judas, o que marca o início da Paixão de Cristo. Trata-se de um percurso doloroso que Jesus escolhe com absoluta liberdade e atinge o ponto mais profundo na morte de cruz: morre como um derrotado, um falido.

“Olhando Jesus, na Sua Paixão, nós vemos, como num espelho, os sofrimentos da humanidade e encontramos a resposta divina ao mistério do mal, da dor e da morte. Tantas vezes, sentimos horror pelo mal e pela dor que nos circunda e nos perguntamos como Deus permite o sofrimento e a morte, principalmente dos inocentes. Quando vemos as crianças sofrerem, é uma ferida no coração. E Jesus toma todo este mal, este sofrimento sobre si”.

Ainda segundo o Papa, se não tivesse existido essa morte tão humilhante, Jesus não teria mostrado a medida total do seu amor. Foi um caminho que não coincide com os critérios humanos, pois cura por meio das chagas.

A Ressurreição também mostra, conforme explicou o Papa, que quando tudo parece perdido há ainda a intervenção de Deus. Segundo ele, os momentos mais difíceis da vida indicam a hora do despojamento total, mostram como o homem é frágil e pecador. “É justamente, então, naquele momento, que não devemos mascarar a nossa falência, mas nos abrirmos confiantes à esperança em Deus como fez Jesus”.

Francisco destaca que, na Semana Santa, se pensa muito na dor de Jesus. Então, este é um momento para reconhecer que o sofrimento de Cristo foi por amor ao ser humano. “Mesmo se eu fosse a única pessoa no mundo, Ele teria feito. Fez por mim (…) Esta semana nos fará bem pegar o crucifixo e beijá-lo muitas vezes e dizer: ‘Obrigado, Jesus! Obrigado, Senhor!’”.



sexta-feira, 11 de março de 2016

Museu da Abolição lança o Projeto Selos

Gazeta da Torre

Foi realizado na terça-feira (8), no Museu da Abolição, localizado na Rua Benfica, 1150, o lançamento do projeto Selos, cujo objetivo é associar a imagem institucional a temas diversos, oferecendo ao público a oportunidade para refletir sobre questões relevantes no mundo contemporâneo, fazendo parte de maneira permanente na programação anual do MAB que foi divulgado na Coletiva de Imprensa, onde estava presente o representante do Jornal Gazeta da Torre, Maurício Dias.


Divulgação do Projeto MAB Selos na Coletiva de Imprensa

O Selo MAB 2016, lançado no 08 de março, está vinculado ao tema Mulher Negra Protagonista e a imagem escolhida para compor o selo é a obra “Biju de Licuri” do artista Ramon Martins. A obra faz parte do acervo do MAB, ao qual foi incorporada após aquisição por meio de doação da Receita Federal, cuja ação está prevista na Lei Federal n° 12.840 em 2015.  

Neste ano o MAB planeja ressaltar o Protagonismo Feminino, comemorando a liberdade e o empoderamento da mulher nesta nova abolição. O Selo MAB 2016, lançado no Dia Internacional da Mulher, terá como objetivo organizar ações, eventos e exposições a serem realizadas em parceria com o museu no decorrer do ano, em articulação com outras instituições, ONGs e grupos relacionados a temático alvo da campanha.



quarta-feira, 9 de março de 2016

UMA GRANDE PERDA PARA NOSSA CULTURA


Naná Vasconcelos em uma de suas apresentações no Marco Zero

Na manhã desta quarta-feira (9), por volta das 8h morreu Naná Vasconcelos. O percussionista pernambucano estava internado desde o último dia 29 no Recife com complicações por causa da evolução de um câncer no pulmão.

A última apresentação de Naná foi em Salvador, no I Festival Internacional de Percussão. Ele se apresentou com Lui Coimbra no dia 27 de fevereiro. O percussionista teria passado mal após o show. Referência internacional, Naná Vasconcelos também tinha apresentações agendadas na Ásia para o mês de abril.

Referência internacional na música brasileira, jazz e world music, Naná Vasconcelos já venceu oito prêmios Grammy e também foi eleito oito vezes o melhor percussionista do mundo pela revista americana de jazz "Down Beat", que é publicada desde 1934.

Nascido no Recife em 2 d agosto de 1944, começou a tocar ainda criança, tocando bateria em cabarés e se envolvendo com o movimento do maracatu em Pernambuco. Além da habilidade com os tambores, também era referência pela habilidade em tocar berimbau.

Nos anos 1960, chegou a acompanhar Gilberto Gil e Gal Costa em shows. Mas a carreira tomou novos rumos quando ele viajou para o Rio, conhecendo nomes Maurício Mendonça, Nélson Angelo, Joyce e Milton Nascimento, com quem gravou dois LPs.

Em São Paulo, Naná fez parte do Quarteto Livre, que acompanhou Geraldo Vandré na histórica "Pra não Dizer que Não Falei de Flores" na fase paulista do III Festival Internacional da Canção.

Posteriormente, depois de formar Trio do Bagaço, com Nélson Angelo e Maurício Maestro, Naná empreendeu em uma bem-sucedida carreira internacional.

Utilizando instrumentos de percussão como o berimbau e a queixada de burro, chegou a tocar com ícones do jazz, incluindo Miles Davis, Art Blakey, Tony Williams, Don Cherry e Oliver Nelson.

 Collin Walcott, Don Cherry & Naná Vasconcelos - Codona
Codona foi um grupo formado pelos multi-intrumentalistas Collin Walcott, Don Cherry e Naná Vasconcelos. O nome do trio deriva das duas letras iniciais de cada componente. O grupo lançou três álbuns homônimos, entre 1978 e 1983. A experiência pessoal de cada integrante, com anos de estudo antes desta reunião, fez com que eles conseguissem criar em alto nível, misturando tradições musicais, improvisos e jazz. Além da variedade de instrumentos – cítara, berimbau, trumpete… – oriunda da característica de cada um, que marcam esses discos.


Fez shows históricos em Nova York e no prestigiado festival de jazz de Montreaux, na Suiça, encantando público e crítica.

Eclético, Naná também fez parcerias com nomes como B.B. King, Jean-Luc Ponty e com a banda Talking Heads.

No cinema, esteve em trilhas sonoras de filmes como "Procura-se Susan Desesperadamente", estrelado por Madonna, e "Down By Law", do cineasta Jim Jarmusch.

No Recife, o músico marcou época abrindo por vários anos o Carnaval do Recife, regendo uma espécie de procissão com centenas de batuqueiros de diferentes nações de maracatu.

Realmente uma grande perda para nossa cultura.

Fonte: Revista Usina, Notícias Bol




terça-feira, 8 de março de 2016

8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER



Mulher
Tudo de bom se resume
No teu suave perfume
E grande fascinação;
És geradora da vida
A bela pedra esculpida
Em forma de coração

Mulher
A primavera de flores
Os deuses, os sonhador
Só querem te ver cantar;
Nasceste pra ser amada
Tu não tens medo de nada
Nem vergonha de chorar.

Mulher
Sempre foste virtuosa
Aurora misteriosa
Joia de ouro e de prata;
Teu charme, algo concreto
Traz o amor mais secreto
Que tua alma retrata.

Mulher
Quero fazer-te imortal
Teu dom espiritual
Simboliza a amizade;
Usa a sabedoria
Sê fonte de alegria
Poço de felicidade.

Mulher...

Adelmo Vasconcelos 
Poeta, Cordelista e Colaborador do Gazeta da Torre




sábado, 5 de março de 2016

HÁ UM TEMPO PARA TUDO SOB O CÉU – Belos trabalhos jamais poderão ser esquecidos


Miss Sarajevo é o premiado documentário do diretor Bill Carter que mostra os bastidores de miss na cidade de Sarajevo assolada pela guerra na Bósnia.

A história apresenta uma mulher que recusava a ir para o refúgio e costumava tocar piano durante o bombardeio. Outra mulher que resolveu organizar um concurso de beleza. “Nós vamos derrotá-los com batons e saltos”, ela disse.  

Durante a guerra, todas as garotas mais bonitas de Sarajevo subiram no palco com faixas dizendo: “Vocês realmente querem nos matar?”. Isto era puro desafio e merecia ser celebrado com uma música.

Durante a elaboração do concurso, os organizadores ficavam passando por debaixo de túneis e sob fogo cruzado.

Em um belo trabalho, baseado nos fatos, o líder e vocalista da banda U2, Bono Vox, e seu amigo Luciano Pavarotti, criaram a famosa música “Miss Sarajevo”, em homenagem aos mortos na guerra. Em 1995, na cidade natal do Pavarotti, Modena, na Itália, Bono e Pavarotti, cantaram juntos para arrecadar fundos as crianças vítimas da guerra na Bósnia. Um magnífico show.


Bono explica que a ideia por trás da letra “Miss Sarajevo” invoca o espírito do livro de Eclesiastes, há tempo para tudo sob o céu.  

(tradução)
Miss Sarajevo 

[Bono]
Existe um tempo para manter uma certa distância
A hora de virar os olhos de distância
Existe um tempo para manter a cabeça abaixada
Para ficar com o seu dia

Existe um tempo para kohl e batom
Um tempo para cortar o cabelo
Existe um tempo para comércio de rua
Para encontrar o vestido certo para vestir

vem ela
Chefes virar
vem ela
Para tirar sua coroa

Existe um tempo para caminhar para a tampa
Um tempo para beijar e dizer
Existe um tempo para cores diferentes
nomes diferentes você achar que é difícil de soletrar

Existe um tempo para a primeira comunhão
Um tempo para leste 17
Existe uma hora de virar a meca
Existe um tempo para ser uma rainha da beleza

vem ela
joga a coroa
vem ela
Surreal em sua coroa

[Pavarotti]
Dizem que o rio
Encontra o caminho para o mar
E como o rio
você me alcançará
Outras fronteiras
e terras sedentas
Dizem que como o rio
Como o rio
O amor alcançará
O amor
E não sei mais rezar
E no amor eu não sei mais esperançar
E aquele amor não sei mais esperar

[Bono]
Existe um tempo para fitas empatados
Um tempo para árvores de Natal
Existe um tempo para colocar mesas
Quando a noite está definido para congelar

Essa música possui traços únicos: a voz expressiva e cadenciada de Bono, a guitarra “chorosa” do The Edge, a bateria simulando as lentas batidas de um coração triste, a maravilhosa voz de Pavarotti, uma linda mensagem falando da temporalidade, das circunstâncias da vida, tais como: tempo de conflito, e tempo de paz, tempo de esperança, e tempo de desilusão, tempo de doença, e tempo de saúde, tempo de ceticismo, e tempo de fé.    

Em uma das formas essa mensagem é que, apesar das possíveis dores que alguns desses ciclos possam nos trazer, eles não devem ser vistos como barreiras e sim como oportunidade para aprendermos uma lição e crescermos como seres humanos. Do mesmo modo, quando estivermos num ciclo favorável devemos gozar dele para harmonizar nossa existência e compreendermos que tudo tem o seu tempo e propósito.